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FPF rebate acusação de irregularidade na liberação de estádios

2 set 2010 - 17h53
(atualizado às 18h17)
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A Federação Paulista de Futebol emitiu nota no final da tarde desta quinta-feira, assinada pelo diretor de segurança Coronel Marcos Marinho, negando que tenha descumprido regras determinadas pelo Estatuto do Torcedor e pelo Ministério do Esporte quanto à liberação de estádios para jogos.

Na manhã desta quinta, o Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação civil pública contra a Federação e seu presidente, Marco Polo del Nero, alegando irregularidades nas liberações de estádios para a disputa do Campeonato Paulista deste ano - o órgão inclusive quer o afastamento do dirigente.

No comunicado, porém, a entidade afirma que "a liberação dos estádios para os jogos se deu a partir de laudos técnicos emitidos pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e por técnicos credenciados pelo Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo, órgãos com competência técnica e legal para emitir laudos".

Pela manhã, o promotor de Justiça do Consumidor da cidade de São Paulo, Roberto Senise Lisboa, acusou a FPF de não colaborar com o Ministério Público, o que põe em risco a integridade física dos torcedores, e de liberar partidas de estádio de forma suspeita.

"Na abertura do campeonato, o estádio foi vetado na antevéspera. Na véspera o mesmo relatório da PM, com os mesmos problemas, foi aprovado. Por algum motivo o laudo foi elaborado novamente", declarou.

Confira a íntegra da nota da Federação Paulista de Futebol

A Federação Paulista de Futebol, neste ato representada pelo Departamento de Segurança e Prevenção, informa que em nenhum momento descumpriu as regras determinadas pelo Estatuto do Torcedor e pela Portaria 124 do Ministério do Esporte e que a liberação dos estádios para os jogos da Primeira Divisão do Futebol Paulista se deu a partir de laudos técnicos emitidos pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e por técnicos credenciados pelo Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo, órgãos com competência técnica e legal para emitir laudos.

A ação da promotoria do Ministério Público, salvo melhor juízo, não se justifica uma vez que a Federação Paulista de Futebol vem cumprindo e respeitando rigorosamente as normas estabelecidas pelo Estatuto do Torcedor, tanto que só neste ano, 58 estádios foram interditados pela FPF em todo o Estado de São Paulo, porque não passaram pelo crivo das análises técnicas dos órgãos competentes. Ainda hoje temos 20 estádios sem liberação para uso.

A Federação Paulista de Futebol informa ainda que todas as medidas necessárias para a realização do Campeonato Paulista de 2011 estão sendo tomadas dentro das normas exigidas pelo Estatuto do Torcedor e pelo Regulamento Geral das Competições.

Coronel Marcos Cabral Marinho de Moura

Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol
Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol
Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press
Fonte: Redação Terra
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