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Ex-palmeirense rejeita dirigir seleção "sensação" da Copa

14 dez 2014
14h41 atualizado às 15h00
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14h41 atualizado às 15h00
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Chegou ao fim, neste domingo, as especulações acerca de uma negociação entre o argentino Ricardo Gareca e a seleção da Costa Rica. "Sensação" do Mundial no Brasil por conta da campanha surpreendente que conduziu os costarriquenhos às quartas de final de forma inédita, a seleção do Caribe tinha manifestado o interesse no trabalho de Gareca desde que o treinador se desligou do Palmeiras, no início de setembro.

<p>Gareca disse não para a Costa Rica</p>
Gareca disse não para a Costa Rica
Foto: Eduardo Viana / Agência Lance

Após se reunir com dirigentes da Federação Costarriquenha de Futebol no final de novembro, Gareca pediu tempo para analisar a proposta em conjunto com a família e, após ponderar os termos de contrato, manifestou-se de forma contrária à assinatura. "A verdade é que eu já tinha comunicado o Eduardo Li que não poderia assumir a seleção da Costa Rica. Agradeci o interesse, mas depois de analisar o projeto, vi que não tenho condições de assumir uma equipe com um contrato de quatro anos", esclareceu ao jornal La Nación.

De acordo com a determinação dos cartolas, frente à negativa de Gareca, tricampeão argentino pelo Vélez Sarsfield, o ídolo Paulo Wanchope, que foi auxiliar de Jorge Luis Pinto na Copa do Mundo, seguira desempenhando a função de técnico interino até o próximo ano, quando os costarriquenhos admitem continuar a busca por um treinador.

"Nenhum acordo será feito até o final deste ano. Com a rejeição de Gareca, optaremos por continuar a busca em janeiro. A escolha de um novo treinador é algo que tem que ser feito com calma e tranquilidade", reconheceu Adrián Gutiérrez, presidente da Comissão de seleções da Federação Costarriquenha, projetando a disputa da Copa Oro em 2015.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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