Top 5: eles decepcionaram na cobertura da Copa na TV
Nem tudo foi motivo de comemoração nas transmissões da Copa
Nem tudo foram flores, análises precisas ou transmissões históricas na cobertura da Copa do Mundo. Onde há grandes investimentos, a expectativa do público sobe na mesma proporção e o tombo, quando o formato falha, é proporcionalmente maior. Se o campo consagrou nomes e expôs fracassos, as telas de TV e as lives de streaming também entregaram momentos embaraçosos.
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Abaixo, listamos o top 5 de quem errou a mão e decepcionou ao longo do torneio:
Bruno Formiga
Contratado como um dos grandes reforços do GE TV para bater de frente com a CazéTV, Bruno Formiga tinha a missão de ser a ponte com os atletas. O que se viu na prática, contudo, foi um triste desligamento do rigor jornalístico. Quando teve diante dos jogadores, o repórter decepcionou e desligou o microfone para respeitar o lado pessoal dos atletas. Sua cobertura ficou mais marcada pela devoção a Neymar do que por qualquer comentário tático de valor.
Central da Copa
O formato que um dia foi um marco de modernidade sob o comando de Tiago Leifert hoje pede socorro. A Central da Copa perdeu completamente o motivo de existir. Em uma tentativa desesperada de gerar "engajamento fofo", a Globo transformou o programa em uma espécie de Cocoricó boleiro, lotando o estúdio com bichos falantes, teve gato, cavalo, coelho e cachorro palpitando. Para piorar, a química entre Tadeu Schmidt e Fábio Porchat foi nula.
Trio da Globo
Se a missão de uma equipe de transmissão na TV aberta é emocionar e prender o telespectador, o trio escalado pela Globo entregou o puro suco do anticlímax. Gustavo Villani, Caio Ribeiro e Roger Flores pareceram operar em frequências totalmente desconectadas. Sem sintonia, sem química e com comentários burocráticos, a transmissão soou fria e sem carisma. Foi um prato cheio para que milhões de torcedores migrassem definitivamente para a CazéTV.
Falta de mulheres na Cazé
Juliana Cabral e Amanda Viana foram duas das vozes mais elogiadas e tecnicamente precisas de toda a Copa do Mundo. Suas análises no estúdio no Brasil deram um banho em muito veterano. No entanto, na hora do "vamos ver", o streaming preferiu embarcar apenas o elenco masculino do Copazona. Faltou representatividade.
Videntes SBT
A piada até teve graça na estreia, quando a descontração cabia no pré-jogo. O problema foi a insistência do SBT em transformar adivinhações místicas em pauta fixa até o limite da exaustão. A apelação chegou ao ponto de os próprios apresentadores zombarem da situação no ar, especialmente quando os tais "videntes" faziam previsões mirabolantes para atletas que sequer estavam relacionados, como Lucas Paquetá. A pergunta que fica é: em uma Copa do Mundo de alto nível, qual era exatamente o objetivo em um conteúdo tanto repetitivo.
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