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Lionel Messi foi batizado em homenagem a astro da música e teve 1º contratado com Barcelona assinador em guardanapo após tratamento hormonal

Camisa 10 estreia com a Argentina nesta terça contra a Argélia e sonhar em repetir o título do Catar

16 jun 2026 - 04h59
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Messi é um extraterrestre e temos como provar; veja os motivos:

Lionel Messi vai entrar em campo na noite desta terça-feira, 16, para o início da trajetória naquela que deve ser a sua última Copa do Mundo. O duelo contra a Argélia está marcado para às 22h (horário de Brasília), no Arrowhead Stadium, em Kansas City.

Hoje com 38 anos, o craque disputou seu primeiro Mundial em 2006, conquistou o troféu mais cobiçado do futebol em 2022 e se firmou como uma das figuras mais conhecidas do mundo. Ainda assim, há curiosidades que pouca gente sabe sobre o camisa 10.

Nome de astro da música

Lionel Messi com a camisa da seleção argentina
Lionel Messi com a camisa da seleção argentina
Foto: Daniel Jayo/Getty Images

Seus feitos com a bola no pé fazem com que Messi seja responsável por nomes de crianças ao redor do mundo, mas o craque também foi batizado como uma forma de homenagem a um ídolo de seus pais. De acordo com publicação da Fifa, o camisa 10 recebeu o nome porque sua mãe era fã do cantor Lionel Richie.

Em 2025, eles se encontraram nos Estados Unidos, e o astro da música brincou com a situação: “Quando Lionel encontra Lionel! A mãe dele deu-lhe o meu nome... E agora aqui estamos nós. Ótimo te conhecer depois de todos estes anos”.

Problemas de crescimento na infância

Quando começou a se destacar na Argentina, Messi enfrentava dificuldades com a altura. Aos 13 anos, ele tinha apenas 1,37 m e precisou de ajuda médica para realizar o sonho de jogar futebol profissionalmente.

Inicialmente, o Barcelona hesitou em pagar pelo tratamento hormonal para o crescimento do atacante, mas o diretor-técnico da época, Carles Rexach, optou por arriscar na contratação do garoto argentino.

Acordo no guardanapo

Lionel Messi celebra com time da Argentina
Lionel Messi celebra com time da Argentina
Foto: Getty Images

Ao contrair o protocolo do clube e apostar em Messi, Rexach não perdeu tempo para garantir que o garoto se juntaria a La Masia. Durante um almoço, ele selou um acordo com os agentes do craque em um guardanapo.

O ídolo de Lionel Messi

O camisa 10 se tornou ídolo de gerações do futebol mundial, mas também tem suas referências. Messi tinha Pablo Aimar como exemplo a ser seguido. O ex-meio-campista fez história por River Plate, Valencia e Benfica.

“Retira-se um dos grandes, um dos meus ídolos. Pablo Aimar, te desejo o melhor em sua nova etapa. Obrigado por tudo que nos deixou desfrutar com a sua magia”, disse Messi na aposentadoria de Aimar, em 2015.

Primos no futebol brasileiro

Com suas oito Bolas de Ouro (2009, 2010, 2011, 2012, 2015, 2019, 2021 e 2023), Messi com certeza é o orgulho de sua família em Rosário, na Argentina. O craque, porém, não é o último jogador de futebol entre os ‘Cuccittini’.

O atacante é primo de Maxi e Emanuel Biancucchi, que atuaram no futebol brasileiro. Com passagens por Flamengo, Vitória, Bahia e Ceará, Maxi falou à ESPN sobre o parentesco com Messi, em 2023.

“Não sei se atrapalhou ou não [ser primo do Messi]. Claro, se você é analisado por ser parente de alguém, a história é outra. Porque você vira um jogadorzinho que está ali por causa dele, essa história não é boa. E você não pode pensar, não pode entrar na opinião das pessoas. Cada um analisa o que quer. E você tem que melhorar e dar tudo dentro do campo", disse na época.

História que quase chegou ao fim

O ápice da carreira de Messi foi alcançado com o título da Copa do Mundo de 2022, no Catar. As frustrações com a Albiceleste, no entanto, quase fizeram com que o sonho de levantar o troféu mais cobiçado do futebol não se realizasse. 

Em 2016, após o vice da Copa América para o Chile, o camisa 10 chegou a falar na zona mista que o ciclo na seleção argentina havia acabado para ele. A declaração fez sua aposentadoria da equipe nacional ser dada como certa. 

Para alegria dos argentinos, Messi não seguiu em frente com a decisão e voltou a ser convocado ainda no mesmo ano. Após as frustrações, o atacante ergueu os troféus da Copa América (2021 e 2024), Finalíssima (2022) e Copa do Mundo (2022).

Recorde nas redes sociais

Além das quatro linhas, Messi entrou de vez para a história das redes sociais após o título da Copa do Mundo. Sua postagem com o troféu é até hoje a mais curtida da história do Instagram, com mais de 75 milhões de likes.

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Fonte: Portal Terra
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