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Terra na Copa

Maracanã testa evacuação e atendimento médico de emergência

Corpo de Bombeiros considerou extremamente positivo o teste dos planos de evacuação e de emergência médica do estádio

17 jun 2014 - 08h40
(atualizado em 17/6/2014 às 10h59)
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Bombeiros testam evacuação e atendimento médico de emergência no Maracanã; testes fazem parte do programa da FIFA para os jogos da Copa do Mundo
Bombeiros testam evacuação e atendimento médico de emergência no Maracanã; testes fazem parte do programa da FIFA para os jogos da Copa do Mundo
Foto: Mauro Pimentel/Terra

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro considerou extremamente positivo o teste dos planos de evacuação e de emergência médica do estádio do Maracanã,  realizado na manhã deste sábado e programado pela FIFA para os jogos da Copa do Mundo. O objetivo foi checar a integração dos planos de contigência de diversos órgãos das três esferas de governo para o torneio.

Um dos aspectos testados foi a evacuação do estádio, onde acontecerão várias partidas, inclusive a final. Os agentes de segurança simularam que foi encontrado um artefato dentro de uma mochila suspeita no estádio, e coordenaram a retirada de cerca de 200 voluntários, que fingiram ser torcedores de um setor do estádio. O tempo dessa ação foi cronometrado e ficou dentro da expectativa: foram necessários quatro minutos para que os voluntários saíssem das arquibancadas e chegassem a um local seguro no estádio. O tempo máximo, segundo o superintendente extraordinário para grandes eventos da Secretaria de Estado de Defesa Civil, coronel Wanius de Amorim, é de oito minutos.

De acordo com Amorim, o protocolo de ação durante a Copa inclui a maneira de lidar com diferentes e potenciais ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares. "É importante que os agentes de segurança que não tiverem experiência e equipamento adequado para atuar com explosivos não se aproximem de objetos estranhos que sejam encontrados, chamem pessoal especializado e retirem os torcedores da região", disse Wanius.

Bombeiros simulam evacuação e atendimento médico no Maracanã:

Foi feita também uma simulação de atendimento médico com o uso de helicóptero, para checar o tempo necessário para levar um atleta ferido do campo a um hospital de referência. As equipes levaram 17 minutos desde o momento do primeiro atendimento em campo ao voluntário que simulou ser um atleta com parada cardiorrespiratória, até ele decolar de um helicóptero pousado em uma avenida em frente ao Maracanã, contando nesse período o tempo de atendimento em posto médico dentro do estádio e ser estabilizado. Segundo o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, o protocolo orienta fazer isso em um tempo de 15 a 20 minutos.

Antes de pousar na avenida Radial Oeste, o helicóptero deu três voltas no estádio, mas, segundo Simões, isso foi feito para que o piloto pudesse checar a segurança para o pouso. Do Maracanã, a aeronave decolou para o heliponto da Lagoa Rodrigo de Freitas, de onde o voluntário que interpretou o atleta foi levado de ambulância com batedores até o hospital de referência para situações como essa, o Samaritano, em Botafogo, também na zona sul do Rio, que não tem heliponto. De acordo com o coronel Wanius de Amorim, o hospital de referência é escolhido na hora da situação real, dependendo do estado de saúde da vítima e da disponibilidade de atendimento dos hospitais da cidade. “Em uma situação real, o jogador teria saído daqui estabilizado e a aeronave evitaria boa parte do trânsito”, disse Simões. Do minuto que a vítima passou mal até a entrada dela no hospital, as equipes levaram 27 minutos para fazer o transporte, o que está dentro do esperado, que era de 25 a 30 minutos.

Segundo o comandante geral, é provável que falhas de comunicação tenham acontecido durante a simulação, mas a ideia é corrigi-las. “Os planos feitos são factíveis de serem colocados em prática”, afirmou Simões. Ele destacou também a importância de integração de todas as forças públicas de segurança com os vigilantes privados contratados para os jogos, que ficam dentro dos estádios. “De todas as sedes da Copa do Mundo, o Rio foi a única em que esse tipo de treinamento foi feito”, afirmou Simões.

Cerca de 500 pessoas participaram desse treinamento, entre elas bombeiros, policiais militares, policiais civis, homens da Defesa Civil, Guarda Municipal, voluntários e seguranças contratados pela Fifa. Aproximadamente 20 carros foram usados.

Fonte: Terra
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