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Com só 15 atletas à disposição, Figueirense pede adiamento de jogo, mas CBF nega

Equipe catarinense terá de entrar em campo contra o Brasil de Pelotas neste sábado

16 out 2020
18h33
atualizado às 18h50
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Com um surto de covid-19 no elenco e apenas 15 jogadores à disposição para a partida contra o Brasil de Pelotas, no sábado, pela 16ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Figueirense tentou adiar o jogo, mas a CBF negou o pedido nesta sexta-feira.

"O Figueirense Futebol Clube comunica ao seu torcedor e à sociedade em geral que novamente diligenciou junto a Confederação Brasileira de Futebol, desta vez, para adiamento da partida contra o Brasil de Pelotas, marcada para o próximo sábado, no Estádio Bento de Freitas, na cidade de Pelotas", anunciou o clube catarinense.

"Tal pedido, encontra-se fundamentado no crescimento exponencial de infecções por coronavírus, que atinge atletas, comissão técnica, colaboradores e dirigentes, limitando muito o número de jogadores disponíveis para atuar no jogo em questão."

A CBF, contudo, negou o pedido. Segundo a entidade máxima do futebol brasileiro, as partidas só podem ser adiadas quando um dos times tem 13 ou menos atletas à disposição. O clube já tinha tentado adiar o jogo contra o Sampaio Corrêa, disputado na quarta-feira em São Luís (MA), pelo mesmo motivo. Não conseguiu e, desfalcado, perdeu por 3 a 0.

"Novamente, supostamente amparada em decisões anteriores, mas sem considerar o caso concreto, e ferindo de forma evidente o princípio da isonomia desportiva, a Confederação Brasileira de Futebol confirmou a realização da partida", registrou a direção do clube.

"O Figueirense Futebol Clube registra seu protesto e o inconformismo com a manutenção da data da partida, que obrigou o clube a organizar logística desumana em meio a uma crise sanitária sem precedentes no mundo."

Para o jogo deste sábado, as baixas serão maiores em comparação ao confronto anterior. Ao todo, são 15 atletas. O técnico Elano Blumer e mais cinco membros da comissão técnica também estão afastados pela doença.

Estadão
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