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Clubes da elite ignoram jogadores de vizinhos sul-americanos

Em 2017, só o Flamengo chegou a ter sete estrangeiros

26 dez 2018
10h41
atualizado às 10h42
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A febre de contratação de vizinhos sul-americanos nos últimos anos parece ter ficado para trás. Pelo menos, por enquanto. Basta verificar a lista de reforços contratados pelos clubes da Série A do Brasileiro até o momento.

O equatoriano Sornoza é exceção. O meia foi negociado do Fluminense para o Corinthians e chegou com prestígio ao novo clube, apesar de uma temporada marcada por atuações irregulares.

O atacante peruano, quando ainda era jogador do Flamengo
O atacante peruano, quando ainda era jogador do Flamengo
Foto: Anderson Stevens/Eleven / via Estadão Conteúdo

Em discussões para chegar a um acordo, há poucos nomes. O lateral direito paraguaio Cáceres deve vir por empréstimo ao Vasco. Por outro lado, o clube carioca dispensou o volante argentino Desábato, que jogará no futebol japonês.

Já o Santos tenta trazer o atacante argentino Emmanuel Gigliotti, do Independiente, mas esbarra na pouca disposição do clube rival em ceder o jogador.

De todo modo, essa movimentação incluindo os clubes brasileiros é bem modesta se comparada com a de anos mais recentes, quando recorrer a sul-americanos de Argentina, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Peru, entre outros, era quase uma certeza ao fim de cada edição do Brasileiro.

Só o Flamengo chegou a ter sete desses jogadores em 2017: os colombianos Berrío e Cuéllar, os argentinos Mancuello, Donatti e Conca; e os peruanos Guerrero e Trauco.

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Fonte: Silvio Alves Barsetti
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