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Brasil ganharia o hexa se europeus boicotassem a Copa do Mundo? Supercomputador responde

Em cenário hipotético criado pelo The Sun, seleção brasileira avançaria até a decisão após eliminar Coreia do Sul, Colômbia, Japão e Nigéria, mas perderia o título para a Argentina

31 jul 2026 - 12h06
(atualizado às 12h12)
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Uma simulação publicada pelo jornal inglês The Sun projetou um cenário alternativo para a Copa do Mundo de 2030: sem a participação de seleções europeias. Em meio à possibilidade de um boicote da Uefa ao torneio, o veículo utilizou um "supercomputador" para prever como seria a competição e colocou Brasil e Argentina na final, com os argentinos levando a melhor na decisão.

Taça da Copa do Mundo.
Taça da Copa do Mundo.
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

O exercício considera uma hipótese ainda distante da realidade e parte de um possível conflito entre a Uefa e a Fifa. Nesse cenário, nenhuma seleção do continente europeu disputaria o Mundial, o que mudaria completamente a composição da competição e abriria espaço para outros países assumirem protagonismo na disputa pelo título.

Na simulação, a seleção brasileira começaria sua campanha contra a Coreia do Sul e avançaria para a fase seguinte. O caminho até a decisão ainda teria confrontos diante de Colômbia, Japão e Nigéria.

A equipe brasileira venceria os quatro compromissos projetados pelo modelo e chegaria à final com a possibilidade de conquistar mais um título mundial. O adversário, porém, seria a seleção argentina.

O confronto colocaria frente a frente as duas principais seleções sul-americanas em uma decisão de Copa do Mundo. Para o modelo utilizado pelo The Sun, a Argentina levaria a melhor sobre o Brasil e conquistaria o seu quarto título mundial.

A simulação não apresenta um resultado oficial ou uma previsão com validade esportiva, mas apenas uma projeção baseada no cenário hipotético de ausência das seleções europeias. A eventual retirada de países da Uefa alteraria, inclusive, a distribuição de vagas e o formato da competição, tornando o torneio muito diferente daquele previsto atualmente.

Estadão
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