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A vida do corintiano não é fácil nem dentro do hospital

Em tempos de coronavírus, as máscaras caem rapidamente quando o assunto é futebol

26 jan 2021 12h30
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Na véspera do tratamento com quimioterapia, o simpático médico finalmente se revelou ao ver que o filho do paciente vestia uma camisa do Corinthians. “Estamos de lados opostos. Sou palmeirense. Cuidado com o Claudinho”, disse ele, antes de deixar o quarto para curtir um merecido descanso.

 

Como o Timão não é um time de segunda e não funciona de segunda-feira, o Bragantino aproveitou os buracos defensivos e a inoperância ofensiva alvinegra para vencer por 2 x 0. Claro que teve gol do Claudinho como o doutor já previa.

Red Bull Bragantino joga melhor e bate o Corinthians na Neo Química Arena
Red Bull Bragantino joga melhor e bate o Corinthians na Neo Química Arena
Foto: André Pera / Estadão Conteúdo

Mais uma ducha de água fria para a Fiel que poderia ser representada por Carla, a enfermeira corintiana fanática, que ao descobrir que tinha aliados no quarto não perdoou ninguém. “Por que o Mancini tirou o Mosquito? O que era aquela defesa toda aberta? Como é que um dia ganha e no outro perde. Que saudade de poder ir ao estádio.”

 

Por fim chega a médica principal do tratamento, que já se declarou simpatizante corintiana, mas cujo maior prazer hoje em dia é se divertir com o desespero do marido com a situação do São Paulo. “Falei pra ele que o São Paulo ia empatar com o Coritiba. Mas ele gosta de ficar se enganando.”

 

Pois é mas que atire a primeira pedra quem  nunca se iludiu ou se enganou com o futebol. Mas atenção vândalos são-paulinos que fizeram a emboscada antes do jogo contra o Coritiba: atirar pedra só vale no sentido figurativo.

 

 

 

 

 

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