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Andrés Escobar: após 20 anos, ninguém está preso por morte

4 jul 2014 - 11h16
(atualizado em 4/12/2014 às 11h19)
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Foto: Getty Images

Já se passaram 20 anos desde aquele triste 2 de julho de 1994.

Na madrugada daquele dia, foi assassinado Andrés Escobar, zagueiro do Nacional de Medellín e da seleção da Colômbia.

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Hoje, 2 de julho de 2014, os culpados de sua morte estão livres.

Por ter marcado um gol contra na Copa do Mundo de 1994, Escobar foi vítima de agressões verbais quando estava com alguns amigos em um bar de Medellín. Os insultos continuaram quando ele foi ao estacionamento.

Ali, Humberto Muñoz se aproximou, sacou sua arma, e, sem pensar, disparou seis vezes contra o corpo do jogador. Muñoz era segurança dos irmãos Pedro e Santiago Gallón Henao, conhecidos por seus respectivos históricos policiais.

Depois do crime, Muñoz disse à polícia que sua arma havia sido furtada e que não havia sido ele quem disparou. No entanto, havia vários depoimentos que o culpavam.

Apesar disso, passados 20 anos, nenhum dos acusados está atrás das grades.

Muñoz foi condenado a 43 anos de cadeia. No entanto, após cumprir uma parte da pena, ficou livre em outubro de 2005.

Por sua vez, os irmãos Gallón Henao foram condenados a 15 meses por acobertarem o crime. Porém, após pagarem fiança de 1 milhão de pesos, ficaram livres.

Um tempo depois, Santiago Gallón foi condenado por financiar grupos paramilitares associados com o grupo de Vicente Castaño, ex-líder paramilitar local. No entanto, não por um dos crimes que mais doeram nos colombianos.

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Fonte: Terra
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