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Agora: Botafogo é punido pela FIFA

O Botafogo enfrenta mais um imbróglio jurídico no cenário internacional. O clube foi condenado pela FIFA por não efetuar os pagamentos acordados na contratação do meia Thiago Almada, junto ao Atlanta United, dos Estados Unidos. O valor total estipulado para quitação imediata é de US$ 21 milhões (R$ 117 milhões), além de uma multa de […]

11 jun 2025 - 10h13
(atualizado em 12/6/2025 às 21h35)
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O Botafogo enfrenta mais um imbróglio jurídico no cenário internacional. O clube foi condenado pela FIFA por não efetuar os pagamentos acordados na contratação do meia Thiago Almada, junto ao Atlanta United, dos Estados Unidos. O valor total estipulado para quitação imediata é de US$ 21 milhões (R$ 117 milhões), além de uma multa de US$ 150 mil (R$ 835 mil) e juros de 5% ao ano sobre o montante.

Escudo do Botafogo (Foto: Vítor Silva/Botafogo)
Escudo do Botafogo (Foto: Vítor Silva/Botafogo)
Foto: Escudo do Botafogo ( Vítor Silva/Botafogo) / Gávea News

A negociação entre os dois clubes previa um modelo parcelado, com pagamentos a cada três meses até setembro de 2026. As duas primeiras parcelas, fixadas em US$ 3 milhões (R$ 16,7 milhões), deveriam ter sido quitadas ainda em 2024. A maior parte das demais parcelas seria de US$ 2 milhões (R$ 11 milhões). Contudo, nenhuma quantia foi paga até o momento, o que resultou na abertura do processo disciplinar na FIFA.

O primeiro pagamento deveria ter sido realizado cinco dias úteis após a emissão do certificado de transferência internacional do atleta, em julho de 2024. Entretanto, o Botafogo não efetuou o repasse, iniciando um impasse contratual. O clube alegou que parte do valor da parcela deveria ser abatida devido a uma pendência relacionada aos direitos econômicos de Almada.

Conforme o regulamento da Major League Soccer (MLS), jogadores transferidos da liga norte-americana podem manter 10% de seus direitos econômicos. Na transação com o Botafogo, Almada exigiu esse percentual, estimado em US$ 2,3 milhões (R$ 12,8 milhões). O clube brasileiro, por sua vez, defendeu a dedução desse valor da primeira parcela, o que não foi aceito pelo Atlanta. O desacordo impediu a concretização dos pagamentos.

Diante da ausência dos repasses, o Atlanta acionou a FIFA em novembro de 2024. A entidade máxima do futebol decidiu pela cobrança integral em fevereiro de 2025, concedendo um prazo de 45 dias para que o Botafogo regularizasse a dívida. A punição prevista, em caso de descumprimento, incluía o impedimento de registrar novos jogadores.

O Botafogo recorreu da decisão, evitando punições imediatas. O clube chegou a contratar o advogado catalão Joan Milà, que argumentou que a cobrança deveria ser feita pela MLS, e não pelo Atlanta diretamente. A defesa também alegou que o valor a ser cobrado de imediato deveria ser de US$ 6 milhões (R$ 33 milhões), não os US$ 21 milhões totais.

Ainda assim, os argumentos não foram acatados pela Players' Status Chamber da FIFA. A decisão final manteve a exigência de pagamento total, frustrando a expectativa do clube brasileiro. Apesar disso, por conta do recurso, o Botafogo ainda conseguiu oficializar as contratações de Arthur Cabral e Joaquín Correa durante o período atual.

Aliás, essa não é a primeira vez que o clube sofre sanções na esfera internacional. Em março de 2025, o Botafogo recebeu um transfer ban após não pagar US$ 452 mil ao Guaraní, do Paraguai, referente à aquisição do atacante Segovinha. A dívida foi quitada no mesmo dia, mas expôs novamente dificuldades na gestão de pagamentos dentro da SAF alvinegra.

Gávea News
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