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Textor cobra R$ 2 bilhões de presidente e ex-presidente do Botafogo

Em processo na Justiça da Flórida, norte-americano afirma que segue como dono de 90% da SAF e pede indenização bilionária

12 jun 2026 - 17h59
(atualizado às 18h05)
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JP Magalhães (dir.) também é cobrado por John Textor –
JP Magalhães (dir.) também é cobrado por John Textor –
Foto: Vítor Silva/Botafogo / Jogada10

O ex-dono da SAF do Botafogo, John Textor, ampliou a ofensiva judicial contra a Eagle Bidco nos Estados Unidos. Em novos documentos anexados ao processo que tramita na Justiça da Flórida nesta sexta-feira (12/6), o empresário incluiu o presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro como réus na ação.

O norte-americano, afinal, acusa ambos de interferência indevida em seus negócios e pede uma indenização superior a US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões na cotação atual), além de danos punitivos, honorários advocatícios e custas processuais. As informações são do "ge".

JP Magalhães (dir.) também é cobrado por John Textor –
JP Magalhães (dir.) também é cobrado por John Textor –
Foto: Vítor Silva/Botafogo / Jogada10

Dessa forma, a ação busca três objetivos principais: o reconhecimento da propriedade da SAF do Botafogo por parte de Textor, a anulação do acordo firmado com a Eagle Bidco e a condenação de João Paulo Magalhães e Montenegro ao pagamento de indenização.

Textor acusa presidente e ex-presidente do Botafogo

Assim como já havia sustentado na ação apresentada na semana passada, Textor afirma que a Eagle nunca quitou os 24 milhões de dólares previstos no contrato de compra das ações da SAF, assinado em novembro de 2022. Na visão do empresário, afinal, a falta de pagamento impediu a conclusão da transferência societária. Isso, então, o manteria como proprietário de 90% das ações do Botafogo.

O processo também acusa João Paulo Magalhães e Montenegro de atuarem nos bastidores para afastá-lo do controle da SAF. Textor sustenta que houve interferência ilícita em seus direitos econômicos e societários. Ele também cita, entre outros pontos, reuniões envolvendo a GDA Luma Capital e Michele Kang, presidente do Lyon, das quais não participou.

Além do pedido de indenização bilionária, o empresário busca uma decisão judicial que reconheça sua permanência como dono de 90% da SAF alvinegra. Paralelamente, uma segunda ação relacionada ao mesmo tema segue em tramitação na Justiça do Rio de Janeiro.

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Jogada10
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