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Um dos pioneiros do Brasil na F1, Fritz d'Orey morre aos 82 anos em Portugal

Quarto brasileiro a correr na Fórmula 1, o paulista Fritz D'Orey morreu aos 82 anos depois de uma batalha contra o câncer. Ex-piloto guiou a Maserati em três GPs da temporada 1959

31 ago 2020 - 15h07
(atualizado às 15h58)
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Fritz d'Orey lutava contra um câncer em Portugal
Fritz d'Orey lutava contra um câncer em Portugal
Foto: Reprodução/Instagram / Grande Prêmio

Um dos pioneiros brasileiros na Fórmula 1, Fritz d'Orey morreu, nesta segunda-feira (31), aos 82 anos. O ex-piloto batalhava contra um câncer metástico. A notícia foi confirmada por uma de suas filhas nas redes sociais.

Nascido em São Paulo, d'Orey foi o quarto piloto brasileiro a correr na Fórmula 1, atrás apenas de Chico Landi, Gino Bianco e Nano da Silva Ramos. Participou de três corridas na temporada de 1959, todas pela Maserati. O décimo lugar no GP da França, disputado em Reims, foi seu melhor resultado.

Fritz correu na Fórmula 1 em 1959
Fritz correu na Fórmula 1 em 1959
Foto: Reprodução / Grande Prêmio

Fritz teve uma curta passagem pelas corridas de endurance. Guiou a Ferrari nas 12 Horas de Sebring de 1960 e participou dos treinos das 24 Horas de Le Mans do mesmo ano, onde sofreu um acidente que encerrou sua carreira.

"Meu pai morreu hoje num suspiro com 4 dos seus 5 filhos a sua volta, vibrando amor. Lembramos de história, rimos, nos abraçamos e assim queremos que siga", publicou a filha Zoe Dorey no Instagram.

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Meu pai sempre foi um cara muito figura. Nesse dia eu estava com uma roupa da COS que eu amo. Rimos muito. Sou muito agradecida de ter me mudado pra portugal ha exatamente um ano atrás quando soube q ele estava com metástase. Nesse último ano conheci meu pai. Conheci suas histórias, suas filosofias, seus arrependimentos, seus medos. Ouvi ouvi e ouvi. Algumas coisas me chocavam mas eu só queria ouvir, entender da onde eu vinha. Meu pai me apresentou Leonard Cohen e Lhasa de Sela, chorou comigo quando mostrei a Nina Simone cantando My Way no festival de Montreaux. Ele nunca me levou no cinema mas fumamos muitos becks juntos. Meu pai me ensinou a não ser hipocrita, a não seguir tendência, a não usar marcas, a ser excêntrica, a nunca puxar saco nem engolir desaforo. Meu pai tinha um coração tão grande, que mesmo com o corpo todo parando, o coração foi o último. Meu pai morreu hoje num suspiro com 4 dos seus 5 filhos a sua volta, vibrando amor. Lembramos de histórias, rimos, nos abraçamos e assim queremos q siga. Viva a vida que temos pela frente e que possamos sempre multiplicar o amor que recebemos, porque no fim, é só ele que fica!

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