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Por enquanto, Sepang cada vez mais distante da F1

Desde 2017, o GP da Malásia não faz mais parte da F1. Segundo o governo local, os altos custos inviabilizam o retorno no curto prazo

13 abr 2023 - 11h54
(atualizado às 11h58)
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Hamilton em Sepang em 2016. Segundo o governo malaio, a F1 não volta tão cedo
Hamilton em Sepang em 2016. Segundo o governo malaio, a F1 não volta tão cedo
Foto: F1 / Twitter

O simpático Grande Prêmio da Malásia não vai voltar para a categoria tão cedo. Desde 1999 até 2017, a corrida em Kuala Lumpur era presença confirmada na F1. Uma pista com desenho arrojado e mostrando-se desafiadora, especialmente pelas condições climáticas instáveis, com risco alto de chuva, proporcionando sempre corridas bagunçadas. 

De 2017 para cá, ficou muito inviável a participação malaia na Fórmula 1. De acordo a ministra da Juventude e Esportes da Malásia, Hannah Yeoh, o alto custo de funcionamento para receber a F1 é o grande dificultador: 

“A F1 é muito cara. Tivemos que separar 20 milhões de ringgit malaios (aproximadamente 4 milhões de euros) apenas para atualizar a pista. Se pudéssemos ter organizado uma corrida de F1, já o teríamos feito. Mas por enquanto não temos condições para organizar corridas. Por enquanto, usaremos o dinheiro para reparos urgentes."

Atualmente, a pista de Sepang tem uma licença FIA de Grau 1 expirada em 2020. Porém, se uma nova solicitação for feita e os requisitos forem cumpridos, o licenciamento pode ser revalidado. No entanto, o governo local e as empresas não conseguem custear o alto preço da categoria mais importante do planeta, embora a Petronas seja parceira da Mercedes AMG F1 nos ultimos anos.

Infelizmente, quem perde são os fãs. Sepang proporcionou corridas épicas da categoria, como em 2003, na primeira vitória de Kimi Raikkonen e em 2001, em um show de Michael Schumacher, além de corridas caóticas como em 2009, com a vitória de Jenson Button após somente 32 voltas.

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