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Jornal: dupla Schumacher-Rubinho ganhava o dobro que Alonso-Massa

15 jun 2012 - 10h39
(atualizado em 15/6/2012 às 16h43)
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Conforme publica nesta quarta-feira o jornal italiano La Repubblica, a Fórmula 1 "faz as contas com a crise" econômica que assola uma série de países europeus. Repercutindo as declarações do presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, dizendo que a categoria deve "economizar" dinheiro, o diário ressalta que a própria equipe já está gastando bem menos com salários.

"Um dado reluz: a dupla Schumacher-Barrichello, dissolvida no final de 2005, ganhava o dobro com respeito a Alonso-Massa", crava o diário. Michael Schumacher e Rubens Barrichello foram parceiros na Ferrari entre 2000 e 2005, enquanto que Fernando Alonso e Felipe Massa estão juntos desde 2010.

No início de junho, o relatório da Business Book GP, uma das mais importantes bases de dados econômicos do planeta, publicou que o espanhol Alonso é o piloto mais bem pago da F1, com rendimento de 30 milhões de euros anuais (R$ 77,3 milhões), informação que a Ferrari classificou como um "disparate absoluto". O mesmo documento noticiava que Massa recebe 10 milhões de euros por ano (R$ 25,7 milhões).

Em declarações publicadas no site oficial da Ferrari nesta terça-feira, Di Montezemolo falou sobre a crise, dizendo que "a situação econômica mundial, e europeia em particular, é muito séria e o mondo da F1 não pode ignorá-la". "Não podemos perder mais tempo: temos que encarar com urgência e determinação a questão dos custos. A Ferrari divide a posição da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) no mérito da necessidade de uma intervenção drástica", afirmou.

Nesse contexto, além de citar a suposta redução nos gastos da escuderia com salários, o jornal lembra que "a corrida pelo motorhome mais alto e mais luxuoso parou: as imensas estruturas que as equipes organizam nos Grandes Prêmios europeus não são substituídas há ao menos cinco anos".

O diário ainda dá outro exemplo do cenário trazido pela crise, apontando que o alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, caminha pelos paddocks dos circuitos da categoria "sem boné". Segundo o periódico, "não é um problema de guarda-roupas, mas de patrocinador: vencer os últimos dois títulos não bastou para convencer qualquer empresa a pagar para ele colocar na cabeça uma marca ou um logo. E se tem dificuldades ele, imagine aqueles da metade da classificação para baixo, obrigados inclusive a encontrar financiadores para correr".

Alonso e Massa chegam a Monza em busca de se aproximar da Red Bull ou ao menos fazer uma boa exibição para a torcida italiana
Alonso e Massa chegam a Monza em busca de se aproximar da Red Bull ou ao menos fazer uma boa exibição para a torcida italiana
Foto: Reuters
Fonte: Terra
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