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Ferrari reclama de aderência no México, mas confia em ajustes: "Amanhã será mais fácil"

Chefe da Ferrari, Mattia Binotto disse que equipe precisa "virar a página" após classificação ruim no GP da Cidade do México, mas demonstrou confiança antes da corrida

29 out 2022 - 21h01
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Carlos Sainz garantiu a melhor posição da Ferrari no grid do México e sai em quinto
Carlos Sainz garantiu a melhor posição da Ferrari no grid do México e sai em quinto
Foto: AFP / Grande Prêmio

A classificação para o GP da Cidade do México, realizada neste sábado (29), viu a disputa pela pole ficar restrita a duas equipes: Red Bull e Mercedes. A Ferrari, por outro lado, viu Carlos Sainz terminar com a quinta posição e Charles Leclerc ser apenas o sétimo, e admitiu que não teve ritmo para acompanhar os rivais. Apesar disso, o chefe da equipe, Mattia Binotto, não soube explicar o motivo.

"Sabíamos que seria uma classificação apertada. Se Sainz tivesse reunido seus melhores setores, ele estaria na primeira fila", lamentou Binotto. "Mas é difícil. O Q3 foi assim, poderia ter acontecido com os outros, mas aconteceu com a gente", disse.

O chefe da Ferrari pregou foco na corrida e defendeu a configuração escolhida pela equipe para a disputa mexicana, marcada pela necessidade de um acerto focado na parte aerodinâmica. Além disso, Binotto enxerga a Ferrari em pé de igualdade com a Mercedes antes da disputa — na classificação deste sábado, George Russell garantiu o segundo lugar do grid e Lewis Hamilton foi o terceiro.

Mattia Binotto evitou reclamar após classificação ruim da Ferrari
Mattia Binotto evitou reclamar após classificação ruim da Ferrari
Foto: Scuderia Ferrari / Grande Prêmio

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"Temos de virar a página e olhar para amanhã", prosseguiu. "Nós achamos que a configuração com mais downforce é a melhor em geral, tanto na classificação quanto na corrida. Estamos com tanto combustível quanto a Mercedes e temos a mesma velocidade. Não estamos pesados demais", explicou.

Por fim, apesar da distância em relação aos carros da frente, Binotto ainda acredita em um cenário positivo para a Ferrari no domingo. Como argumento, o italiano usou o fato de que todos os carros estarão mais pesados durante a prova, que tem previsão de 71 voltas.

"A corrida será menos difícil, pois todos teremos bastante combustível", afirmou o chefe da Ferrari. "Hoje não houve aderência, mas amanhã será mais fácil. Será ótimo assistir à corrida, que será muito apertada", analisou.

GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e EM TEMPO REAL todas as atividades do GP da Cidade do México de Fórmula 1. No domingo, a largada está marcada para as 17h (de Brasília, GMT-3).

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