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Cultura segue Disney e anuncia manutenção de direitos de transmissão da Indy no Brasil

Emissora paulistana transmitiu a categoria no Brasil em 2021 e conseguiu renovar acordo para temporada 2022

7 jan 2022 18h38
| atualizado às 19h08
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Álex Palou foi o campeão no primeiro ano da Indy na Cultura
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Foto: IndyCar / Grande Prêmio

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Foi um dia de anúncios sobre a Indy no Brasil, esta sexta-feira (7). Após a Disney confirmar a informação dada um mês atrás pelo GRANDE PRÊMIO, de que obteve os direitos de transmissão da categoria estadunidense para TV fechada e streaming em toda a América Latina nos próximos três anos, foi a vez da Cultura revelar que mantém os direitos na TV aberta.

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Os dois anúncios foram separados por algumas horas. Assim, a Cultura, que investiu pesado no automobilismo em 2021, mantém os produtos por ao menos mais um ano na televisão aberta do Brasil.

"A TV Cultura, mais uma vez, dá um espaço significativo ao automobilismo. Em 2021, transmitimos a Indy, a Fórmula E e a Mercedes-Benz Challenge. Nos próximos três anos, o público poderá acompanhar as corridas da Indy pela tela da Cultura, que tem feito um forte investimento em programação esportiva", afirmou José Roberto Maluf, presidente da Fundação Padre Anchieta, que toca a Cultura.

"Além de toda a tradição da categoria, da história que tem com a televisão brasileira, seguir exibindo a Fórmula Indy é também uma maneira de fortalecer os laços com o público que já se acostumou a ter na TV Cultura uma opção para acompanhar grandes eventos esportivos", somou Vladir Lemos, diretor de esporte da TV Cultura.

O comunicado da Cultura confirma que a dupla que encabeçou as transmissões em 2021, formada pelo narrador Geferson Kern e o comentarista Rodrigo Mattar, segue à frente do conteúdo.

A temporada da Indy começa em 27 de fevereiro, daqui a pouco mais de um mês e meio, com o GP de São Petersburgo.

Helio Castroneves volta em tempo integral para a Indy em 2022 (Foto: Indycar)

A história da Indy na TV brasileira

A Band foi a primeira emissora do Brasil a transmitir a Indy em TV aberta, ainda nos anos 1980, impulsionada pela ascensão de Emerson Fittipaldi na categoria. Tendo em Luciano do Valle a sua principal voz, o canal paulistano ajudou o campeonato a ganhar popularidade por aqui. Foi então que, no início dos anos 1990, encerrou-se o primeiro ciclo da Band com a Indy.

O campeonato passou, então, a ser exibido pela extinta TV Manchete, entre 1993 e 1994, antes de ter os direitos adquiridos pelo SBT a partir da temporada seguinte. 1995 foi o último ano da Indy antes da cisão entre CART e IRL, que ficou com a principal corrida do calendário, as 500 Milhas de Indianápolis, mas sem os principais pilotos, que seguiram com a CART. A Band, então, passou a ser a emissora oficial a exibir as corridas da IRL, enquanto o SBT ficou com a divisão mais famosa.

Desde então, a emissora do Morumbi seguiu como uma espécie de sinônimo da Indy no Brasil. A Band sofreu grande perda em 2014, quando Luciano do Valle morreu, vítima de infarto. Téo José, que já narrava para o canal, assumiu o posto de #1, se mantendo por ali até o começo de 2018, quando deixou a emissora.

A partir de então, as transmissões da Band e do BandSports foram lideradas por Eduardo Vaz ou Celso Miranda na narração, com os comentários de Felipe Giaffone. Mas o comentarista deixou o grupo para assumir a função na Globo, sendo confirmado, no fim de 2019, como o substituto de Reginaldo Leme.

Foi também em 2019 que o serviço de streaming DAZN iniciou as exibições da Indy no Brasil. O DAZN e a Band transmitiram juntos as temporadas de 2019 e 2020.

Em 2021, mais uma vez em cima do laço, a categoria surpreendeu ao assinar com a TV Cultura, seguindo na TV aberta, mas em nova casa, que, aliás, se mantém em 2022. Em geral, a emissora se manteve na quinta colocação na audiência durante as provas, com Geferson Kern e Rodrigo Mattar nas transmissões.

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