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Secretaria de Saúde de Minas recomenda redução de torcida nos jogos do Estadual

O avanço da variante ômicron do coronavírus pôs em alerta as autoridades de saúde mineiras quanto ao retorno dos jogos de futebol em 2022

14 jan 2022 19h12
| atualizado às 19h12
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A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais recomendou uma diminuição de público nos estádios na volta do futebol em 2022 devido ao avanço da variante ômicron do coronavírus, que está gerando grande aumento nos casos de Covid-19. O Campeonato Mineiro vai começar no dia 26 de janeiro e, segundo o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, a presença de 100% do público não é recomendada neste momento.

Não há limitação, mas uma recomendação para reduzir o volume de público nos jogos-(Foto: Foto: Bruno Sousa / Atlético)
Não há limitação, mas uma recomendação para reduzir o volume de público nos jogos-(Foto: Foto: Bruno Sousa / Atlético)
Foto: Lance!

Fábio revelou que teve uma conversa com o presidente da Federação Mineira de Futebol (FMF), Adriano Aro, para tratar do assunto e demonstrou preocupação com a presença de publico nos estádios. O secretário terá outras reuniões para que uma decisão final seja tomada.

-Grandes públicos não são recomendados neste momento. Estamos conversando e iremos fazer essas primeiras reuniões, observando o decorrer da pandemia-disse Baccheretti.

Fábio Baccheretti também disse que o protocolo sanitário do Mineiro 2022 já foi definido junto à FMF e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Uma das maiores preocupações é na capital mineira, Belo Horizonte, que presenciou grandes públicos na reta final de 2021, com dezenas de aglomerações e desrespeito aos protocolos sanitários durante os jogos de Atlético-MG e Cruzeiro no Mineirão e no Independência, pelos Brasileiros das Séries A e B.

O prefeito Alexandre Kalil (PSD) disse em coletiva que o assunto será definido pelo comitê de enfrentamento à Covid-19 da capital e pela secretaria de saúde nos próximos dias.

-A princípio, porque são ciclos de 14 dias, a prefeitura continua na mesma toada que está hoje. Mas não tenham dúvidas de que se acontecer saturação da saúde pública, alguma coisa desse tipo, vai ser repensado-disse Kalil.

Lance!
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