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A genialidade derrotou o trabalho, diz técnico do Irã

21 jun 2014
22h29
atualizado às 22h52
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A seleção do Irã foi vencida por um momento de mágica do argentino Lionel Messi nos momentos finais de seu emocionante confronto do Grupo F da Copa do Mundo neste sábado, um jogo que o técnico Carlos Queiroz descreveu como uma batalha entre gênios e trabalhadores.

<p>Carlos Queiroz, técnico do Irã</p>
Carlos Queiroz, técnico do Irã
Foto: Sergio Perez / Reuters

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Messi, intensamente marcado durante todo o jogo no Mineirão, finalmente encontrou um espaço já nos acréscimos e chutou uma bela bola, com curva, fora do alcance do salto desesperado do goleiro iraniano Alireza Haghighi, garantindo a vitória por 1 a 0 e a passagem às oitavas de final para a Argentina.

Embora o Irã não tenha conseguido sequer um ponto, conquistou muitos admiradores com um desempenho cheio de astúcia, postura e não pouca ousadia.

O time ficou na retranca boa parte do tempo e bloqueou Messi com dois, às vezes três marcadores. Mas quando tomou a dianteira deu um susto na Argentina no segundo tempo, quando Ashkan Dejagah e Reza Ghoochannejhad chegaram perto de marcar gols.

Não fosse pelo inspirado goleiro argentino Sergio Romero, o Irã poderia agora estar comemorando uma das surpresas mais chocantes da história da Copa.

Vendo o jogo equilibrado em um empate sem gols, Queiroz disse ter feito pressão para vencer. "Minha decisão nos cinco minutos finais foi colocar dois atacantes em campo, queria vencer o jogo", declarou na coletiva de imprensa. "Precisávamos arriscar, apostar, mas quando você tem Messi, ele pode fazer a diferença a qualquer momento.”

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