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Super quarta concentra decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos

Em meio a decisões, o Ibovespa segue renovando recordes e alcança os 184 mil pontos

28 jan 2026 - 11h02
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Resumo
No cenário internacional, a super quarta concentra as atenções dos mercados. Nos Estados Unidos, a expectativa é de que o Federal Reserve (Fed) mantenha os juros na faixa entre 3,5% e 3,75%. Segundo o CME Group, a probabilidade de manutenção supera 97%. A expectativa é de que o presidente do Fed, Jerome Powell, evite sinalizar cortes próximos, mesmo sob pressão pública do presidente Donald Trump.
Donald Trump e Jerome Powell
Donald Trump e Jerome Powell
Foto: Getty Images

O Ibovespa segue a caminhada de alta nesta super quarta (28), renovando recordes consecutivamente e alcançando os 184 mil pontos. Ontem (27), o índice encerrou o dia em 181.919 pontos, após avançar quase 5 mil pontos no pregão. O movimento foi puxado principalmente pela entrada consistente de investidores estrangeiros na Bolsa brasileira.

Entre as ações de maior peso, a Petrobras avançou 2,8% (ON) e 2,18% (PN), acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional.

A Vale (VALE3) subiu 2,2%, enquanto os bancos também tiveram bom desempenho: Santander (+3,18%) e Itaú (+2,65%). Nos destaques do dia, a Raízen disparou 8,43% e a CSN subiu 7,13%, enquanto a Eneva liderou as perdas com baixa de 2,72%.

No câmbio, o dólar caiu 1,38% e fechou cotado a R$ 5,20, no menor nível desde maio de 2024, com o enfraquecimento global da moeda americana quanto o maior fluxo de recursos externos para o Brasil.

No cenário internacional, esta super quarta concentra as atenções dos mercados. Nos Estados Unidos, a expectativa é de que o Federal Reserve (Fed) mantenha os juros na faixa entre 3,5% e 3,75%. Segundo o CME Group, a probabilidade de manutenção supera 97%. A expectativa é de que o presidente do Fed, Jerome Powell, evite sinalizar cortes próximos, mesmo sob pressão pública do presidente Donald Trump.

No Brasil, o foco também está na decisão do Banco Central, que deve manter a Selic em 15%. O mercado, no entanto, aposta que os cortes possam começar em março. A cautela do Copom, aliada ao desemprego no menor nível histórico e à aceleração dos serviços no IPCA de dezembro, segue no radar.

Em evento do UBS, o ex-diretor do BC Bruno Serra Fernandes afirmou que o ciclo de queda pode começar com um corte de 0,5 ponto percentual em março, seguido por duas reduções de 0,75 ponto, levando a Selic para perto de 11% ao fim do ciclo, caso o cenário externo e político não se deteriore.

Na agenda doméstica, o Tesouro Nacional divulga nesta quarta-feira o Relatório Mensal da Dívida, o Relatório Anual da Dívida de 2025 e o Plano Anual de Financiamento de 2026. No campo político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da abertura do Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe 2026.

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