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Representante comercial dos EUA diz que negociações de pacto EUA-México-Canadá podem ultrapassar prazo de 1º de julho

7 abr 2026 - 14h42
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O governo do ‌presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tentará resolver o maior número possível de problemas com o acordo comercial entre EUA, México e Canadá antes de 1º de julho, mas as negociações para reequilibrar ⁠o pacto comercial provavelmente continuarão após esse prazo, ‌disse o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, nesta terça-feira.

Representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, conversa com repórteres na Casa Branca, em Washington
30 de outubro de 2025 REUTERS/Kylie Cooper
Representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, conversa com repórteres na Casa Branca, em Washington 30 de outubro de 2025 REUTERS/Kylie Cooper
Foto: Reuters

Greer disse em um evento no ‌Hudson Institute que os EUA ‌talvez precisem tomar medidas para sair do ⁠pacto comercial norte-americano a fim de dar continuidade às negociações.

Ele disse que Trump "deixou claro que está insatisfeito com muitos dos resultados do USMCA (sigla em inglês para o acordo)", incluindo um aumento significativo ‌das importações de automóveis do México e das ‌importações de aço ⁠e alumínio ⁠de ambos os países.

Greer disse que, embora existam aspectos valiosos ⁠no acordo USMCA, ‌que Trump aprovou ‌em 2020 para substituir o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) de 1994, será necessário haver protocolos separados dos EUA para ⁠o México e o Canadá devido às suas diferenças comerciais.

Embora o escritório do representante comercial dos EUA já tenha iniciado as negociações com o México, as ‌negociações com o Canadá provavelmente começarão em maio. Em 1º de julho, os três países precisam ⁠aprovar uma renovação do acordo USMCA existente ou sinalizar sua intenção de sair do pacto, um processo que leva 10 anos, mas que daria mais tempo para alterações.

"Portanto, acho que provavelmente não resolveremos todas as questões até 1º de julho", disse Greer, acrescentando que trabalharia para resolver o máximo possível antes disso. Greer também disse que precisaria notificar o Congresso sobre as intenções dos EUA em relação ao acordo até 1º de junho.

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