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Qual é o produto que o Brasil mais exporta? Veja o top 10 do ranking

Exportações do Brasil somaram US$ 165,87 bilhões no primeiro semestre deste ano, com destaque para a indústria de transformação

28 jul 2025 - 11h46
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A soja foi o produto que o Brasil mais exportou no primeiro semestre de 2025, seguido por óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus e minério de ferro e seus concentrados. As exportações do País somaram US$ 165,87 bilhões no período, o que representa uma queda de 0,7% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Já as importações tiveram um crescimento de 8,3% e totalizaram US$ 135,78 bilhões, o que resultou em um superávit de US$ 30,09 bilhões na balança comercial.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O único setor que registrou crescimento nas exportações nos primeiros seis meses deste ano foi o da indústria de transformação, que alcançou US$ 88,49 bilhões, com alta de 4,7% no comparativo com 2024. A agropecuária somou US$ 39,15 bilhões, com queda de 0,6%, enquanto a indústria extrativa chegou a US$ 37,34 bilhões, com redução de 11,8%.

Soja foi o produto que o Brasil mais exportou no primeiro semestre de 2025.
Soja foi o produto que o Brasil mais exportou no primeiro semestre de 2025.
Foto: Werther/Werther/Estadão / Estadão

Entre os produtos mais exportados pelo Brasil na agropecuária, o milho não moído, exceto milho doce, foi o que registrou a maior queda no primeiro semestre de 2025, com redução de 21,2% no comparativo com 2024. Por outro lado, o café não torrado teve crescimento de 47,4%.

Na indústria extrativa, o destaque negativo entre os itens mais vendidos para outros países foram outros minerais em bruto, com queda de 28,7%. Já outros minérios e concentrados dos metais de base registraram alta de 33%.

Os açúcares e melaços, que foram o segundo produto mais exportado pela indústria da transformação nos primeiros seis meses deste ano, tiveram redução de 31% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado. Ente os itens mais enviados para outras regiões pelo setor, o destaque positivo foi o ouro, não monetário (excluindo minérios de ouro e seus concentrados), que cresceu 60,4%.

Quais os produtos que o Brasil mais exporta?

Apesar de ter tido uma queda de 8,9% em relação aos números registrados no ano passado, a soja lidera a lista das exportações nos primeiros seis meses deste ano, com US$ 25,43 bilhões. O segundo lugar é dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus, que tiveram redução de 10,1% e somaram US$ 21,76 bilhões, seguidos pelo minério de ferro e seus concentrados, com queda de 17,4% e arrecadação de US$ 12,65 bilhões.

A ponta do ranking é dominada por produtos da agropecuária e da indústria extrativa, mas, quem tem mais representantes no top 10 de exportações do Brasil é a indústria da transformação, com seis itens, como carne bovina fresca, refrigerada ou congelada e açúcares e melaços.

Veja o ranking dos 10 produtos que o Brasil mais exporta

Os valores se referem ao primeiro semestre deste ano e o comparativo de alta ou redução está relacionado ao mesmo período no ano passado.

  1. Soja - US$ 25,43 bilhões, com queda de 8,9%
  2. Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus - US$ 21,76 bilhões, com queda de 10,1%
  3. Minério de ferro e seus concentrados - US$ 12,65 bilhões, com queda de 17,4%
  4. Café não torrado - US$ 7,19 bilhões, com alta de 47,4%
  5. Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada - US$ 6,56 bilhões, com alta de 27,7%
  6. Açúcares e melaços - US$ 5,90 bilhões, com queda de 31%
  7. Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) - US$ 5,4 bilhões, com queda de 10,6%
  8. Celulose - US$ 5,36 bilhões, com alta de 8,5%
  9. Farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais - US$ 4,36 bilhões, com queda de 18,1%
  10. Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas - US$ 4,35 bilhões, com alta de 2,4%
Estadão
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