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Primeiro-ministro de Cingapura diz que dor de guerra comercial entre EUA e China será sentida em todos lugares

16 abr 2025 - 09h57
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O primeiro-ministro de Cingapura, Lawrence Wong, disse nesta quarta-feira que há pouco conforto no fato de os Estados Unidos adiarem a maior parte de suas tarifas "recíprocas" propostas, afirmando que as mudanças já haviam criado grande incerteza em todo o mundo.

Wong também disse que a guerra comercial entre os EUA e a China fará com que o comércio entre os países seja interrompido, e "a dor será sentida não apenas por eles, mas por países de todos os lugares".

Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, tenha adiado as chamadas tarifas recíprocas até julho, Wong observou que os EUA ainda estão impondo uma tarifa básica de 10%."Nenhuma empresa pode planejar confortavelmente investimentos de longo prazo sabendo que as tarifas podem ser alteradas a qualquer momento", disse ele, acrescentando que a guerra comercial aceleraria a dissociação das economias dos EUA e da China.

"O que estamos testemunhando é a reformulação da economia global -- não como um sistema integrado, mas como ecossistemas cada vez mais bifurcados, centrados nos EUA e na China."

As políticas comerciais de Trump obscureceram as perspectivas da pequena economia de Cingapura, aberta e voltada para o comércio. Na segunda-feira, o banco central local afrouxou a política monetária pela segunda vez este ano e o Ministério do Comércio reduziu sua previsão de crescimento econômico para 2025.

Em meio à deterioração das perspectivas, Cingapura irá às urnas em 3 de maio. Será o primeiro teste eleitoral para Wong, que assumiu o lugar do premiê de longa data Lee Hsien Loong como líder do Partido de Ação Popular (PAP) em maio de 2024.

Espera-se que o PAP ganhe a maioria das cadeiras, continuando sua sequência ininterrupta desde a independência de Cingapura em 1965. No entanto, as atenções estarão voltadas para sua participação no voto popular, especialmente após um desempenho relativamente fraco na eleição de 2020.

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