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Preço médio da passagem aérea em maio foi o mais alto desde dezembro de 2012

Valor subiu 22% ao preço praticado em maio de 2019; alta do querosene de aviação é uma das razões para o aumento

22 jul 2022 - 17h34
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BRASÍLIA - O preço das passagens aéreas em maio foi de R$ 682,60, o maior valor desde dezembro de 2012, quando estava em R$ R$ 686,76, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 21, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O valor também é 22% superior ao preço praticado no mesmo mês de 2019, ano que antecedeu a pandemia de covid-19.

Nos cinco primeiros meses deste ano, o preço médio da tarifa aérea foi de R$ 605,04, aumento de 21,8% na comparação com três anos atrás, quando o valor médio ficou em R$ 496,19. Para fazer a comparação, os dados das tarifas são corrigidos pelo IPCA (índice oficial de inflação).

Aeroporto de Congonhas, em São Paulo; Preço médio da passagem aérea no Brasil em maio foi o mais alto desde dezembro de 2012 Foto: Alex silva/Estadão - 19/05/2022

Segundo a agência, a alta no querosene de aviação é um dos principais fatores para o aumento na tarifa mesmo em termos reais (ajustados pela inflação).

O combustível acumulou alta de 59% entre janeiro a maio deste ano. Na comparação do quinto mês do ano com o mesmo período de 2019, o QAV registrou elevação de 137,8%. O querosene de aviação representa aproximadamente um terço dos custos das empresas aéreas.

Preço médio

O painel da Anac aponta que 21,2% dos bilhetes foram vendidos por até R$ 300; aproximadamente 45% foram comercializados abaixo de R$ 500; e 7% custaram mais de R$ 1.500,00.

Ainda de acordo com os dados divulgados, Santa Catarina foi o Estado com a menor média no preço do bilhete, de R$ 560,75. As passagens que tiveram o Estado de Roraima como origem ou destino apresentaram o maior valor médio, de R$ 1.235,44.

Do total de bilhetes comercializados em maio, quase um quarto tiveram como destino os aeroportos de São Paulo, 9%, os terminais do Rio de Janeiro; 6,4%, o Paraná; e 6,1%, Minas Gerais. Com 5,8%, o aeroporto de Brasília fecha o ranking dos principais destinos mais comercializados no período.

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Estadão
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