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Petrobras diz que primeiro óleo de Libra virá em 2020

25 out 2013 - 09h46
(atualizado às 09h48)
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Presidente da Petrobras, Maria da Graça Foster acena durante solenidade em comemoração ao 60º aniversário da empresa, no Congresso Nacional, em Brasília. A Petrobras é uma empresa forte e "empresa forte atrai empresa forte", disse nesta quarta-feira a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, ao ser questionada sobre a capacidade do caixa da estatal absorver o pagamento do bônus do leilão de Libra e todos os investimentos necessários na exploração do pré-sal. 7/10/2013.
Presidente da Petrobras, Maria da Graça Foster acena durante solenidade em comemoração ao 60º aniversário da empresa, no Congresso Nacional, em Brasília. A Petrobras é uma empresa forte e "empresa forte atrai empresa forte", disse nesta quarta-feira a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, ao ser questionada sobre a capacidade do caixa da estatal absorver o pagamento do bônus do leilão de Libra e todos os investimentos necessários na exploração do pré-sal. 7/10/2013.
Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

A grande descoberta de petróleo na costa marítima do Brasil, a área de Libra, não entrará em produção antes de 2020 e o pico virá ao menos quatro anos depois, disse a presidente da companhia na noite de quinta-feira.

Maria das Graças Foster disse em entrevista à TV que investimentos pesados em Libra começarão em 2017 e 2018, dando algum tempo à altamente endividada Petrobras para levantar caixa para investir em produção em outras áreas.

A presidente Dilma Roussef estimou que somente na área de petróleo de Libra, leiloada na segunda-feira, serão arrecadados cerca de R$ 1 trilhão nos próximos 35 anos.

"O primeiro óleo de libra será em 2020 — o primeiro óleo da produção", disse Graça Foster, em entrevista transmitida pela Globo News na noite de quinta-feira. "O pico da produção é 2024, 2025."

O investimento demandando pela Petrobras em Libra será "muito pequeno" no curto prazo, de acordo com Graça Foster, diminuindo a pressão sobre a companhia altamente endividada e que tem um plano de investimento de US$ 237 bilhões nos próximos cinco anos para elevar exploração e produção.

A Petrobras disse que revisará seu plano para pagar por Libra, que o governo brasileiro diz que necessitará de mais de US$ 100 bilhões em investimentos para ser desenvolvida.

A Petrobras lidera, com 40% de participação, o consórcio vencedor do leilão de Libra, formado também pela anglo-holandesa Shell e a francesa Total, com 20% cada uma, e duas estatais chinesas, a CNPC e a CNOOC, cada uma com 10% no consórcio.

Graça Foster disse que a estagnação da produção da companhia acabou e que a produção deve voltar a crescer significativamente nos meses finais deste ano.

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