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M. Dias Branco: preço e greve de caminhoneiros em 2018 levaram à queda nas vendas

13 mai 2019 - 16h07
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São Paulo, 13 - Os reajustes de preços feitos pela M. Dias Branco ao longo de 2018, em reação à alta do trigo no período, e a greve dos caminhoneiros foram as principais causas da queda nas vendas da empresa no primeiro trimestre de 2019, de acordo com o diretor de Novos Negócios e Relações com Investidores, Fabio Cefaly. A retração foi observada em todas as linhas de produtos, como biscoitos, farinha de trigo, farelo, margarina, gorduras, dentre outras, exceto na de massas.

"Em 2018 houve uma alta muito expressiva dos preços do trigo, e por isso fizemos três repasses (para os produtos) ao longo do ano, o que levou varejistas a anteciparem os volumes a serem comprados. Além disso, em maio tivemos a greve dos caminhoneiros, então tudo isso ajuda a explicar o resultado de janeiro", afirmou Cefaly a analistas, durante teleconferência sobre os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2019.

O valor médio pago pela M. Dias Branco pelo trigo adquirido para compor seus estoques passou de US$ 185 por tonelada em janeiro de 2018 para US$ 241/tonelada em agosto, encerrando dezembro a cerca de US$ 229/tonelada.

No primeiro mês deste ano, a quantidade vendida de produtos (sem considerar as linhas da Piraquê) recuou 21% na comparação com igual período de 2018. Em março, houve queda de 14%, conforme dados apresentados pela empresa durante a teleconferência.

No caso das linhas de biscoitos, a queda das vendas em janeiro foi mais acentuada, 33% em relação a janeiro do ano passado, e de 15% em março ante março de 2018. A retração das vendas em janeiro se explica também porque, em dezembro, varejistas adquiriram mais estoques e, por isso, compraram menos no mês seguinte, de acordo com Cefaly.

Estadão
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