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Leite de saquinho está de volta, com apelo ambiental e preço menor; entenda

Supermercados da classe 'A' de São Paulo voltaram a vender o leite de saquinho refrigerado

4 mai 2024 - 07h10
(atualizado às 08h23)
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Consumidores como Andreia Motta, dona de casa, voltaram a consumir o leite em saquinho, em busca de preço, qualidade e menor descarte de plástico.
Consumidores como Andreia Motta, dona de casa, voltaram a consumir o leite em saquinho, em busca de preço, qualidade e menor descarte de plástico.
Foto: Marcelo Chello/Estadão / Estadão

Até meados da década de 90, quem consumia leite tinha de comprar os famosos leites C ou B no saquinho. Com o surgimento da embalagem cartonada (longa vida), o saquinho foi desaparecendo - porém, nos últimos anos, ele está voltando. Supermercados da classe "A" de São Paulo, como o Mambo e a rede Zaffari, voltaram a vender o leite de saquinho refrigerado, em embalagens de 1 litro.

O leite de saquinho atual é diferente daquele do passado: ele não tem mais a classificação A ou B. É apenas leite pasteurizado, natural, sem aditivos. A validade, desde que mantida a refrigeração, chega a dez dias e não precisa ser fervido. Existe até um lançamento da Leitíssimo, do Grupo Leite Verde, de leite em saquinho que não precisa de refrigeração, é UHT (passa pelo processo de altas temperaturas).

Mas a garrafa plástica não é bem mais prática que o saquinho molenga? Para o produtor, o saquinho é mais barato. A embalagem em saquinho também seria mais sustentável, segundo pesquisa de 2021 da professora Mary Anne White, da Universidade de Dalhousie, no Canadá. O estudo comparou a quantidade de plástico em cada embalagem e também o uso de energia e água e a geração de gases de efeito estufa na produção de cada uma.

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