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Incerteza sobre negociações entre EUA e Irã mantém mercados em compasso de espera

Cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano trouxe alívio momentâneo aos mercados

17 abr 2026 - 10h29
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Resumo
No cenário internacional, o anúncio de um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano trouxe alívio momentâneo aos mercados, mas está longe de alterar o rumo do conflito no Oriente Médio. A ausência de uma data para a próxima rodada de negociações entre EUA e Irã faz o mercado reagir com cautela.
Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão e Donald Trump
Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão e Donald Trump
Foto: White House

Após sucessivos recordes de fechamento, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou o pregão desta quinta-feira (16) com realização de lucros e baixa de 0,46%, aos 196.818,60 pontos.

Entre os destaques do pregão, as ações da Petrobras registram forte alta de 4,21% (ON) e 3,33% (PN), favorecidas pela alta do petróleo no mercado internacional. Já a Vale fechou em queda de 1,27% e, no setor financeiro, o Banco do Brasil fechou em queda de 1,11% (ON).

No câmbio, o dólar quebrou o jejum de cinco quedas seguidas e fechou com leve alta de 0,01% frente ao real, cotado a R$ 4,99, em um ambiente de liquidez reduzida.

No cenário internacional, o anúncio de um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano trouxe alívio momentâneo aos mercados, mas está longe de alterar o rumo do conflito no Oriente Médio. A ausência de uma data para a próxima rodada de negociações entre EUA e Irã faz o mercado reagir com cautela.

No mercado de commodities, os contratos futuros voltaram a cair após sinais de alívio nas tensões no Oriente Médio, com anúncio de cessar-fogo entre Israel e Líbano. O Brent/junho cai 3,05%, cotado a US$ 96,36 e o WTI/maio cede 3,56%, a US$ 91,32. Já o minério de ferro fechou em alta de 0,39% na Bolsa de Dalian, na China, cotado a US$ 114,11/ton, com a redução dos estoques portuários.

No Brasil, como medida de proteção ao cenário externo adverso, o Conselho Monetário Nacional aprovou nesta quinta-feira novas linhas de crédito operadas pelo BNDES, que somam R$ 15 bilhões, dentro do Plano Brasil Soberano, voltadas a sustentar exportações em meio à volatilidade global.

A medida mira empresas impactadas por tarifas dos EUA e exportadores com exposição ao Oriente Médio, com condições atrativas, como juros entre 2% e 8% ao ano, prazos de até 5 anos para capital de giro e até 20 anos para investimentos. A expectativa é que as linhas comecem a operar em até 30 dias.

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