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Governo Lula autoriza criação de 8,6 mil cargos em universidades federais, diz ministro

Segundo Camilo Santana, último concurso público para contratação de servidores em universidades federais foi em 2017

1 dez 2025 - 17h02
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BRASÍLIA - O ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta segunda-feira, 1º, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a criação de 8.600 cargos em universidades federais.

"Isso faz parte da consolidação dos campus já existentes, mas também da criação dos 11 novos campus que o presidente Lula está implementando no Brasil e das duas novas universidades lançadas na semana passada: a Universidade Indígena e a Universidade do Esporte", disse em reunião ministerial na tarde desta segunda.

Santana destacou que o último concurso público para a contratação de servidores em universidades federais foi em 2017.

O ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta segunda-feira, 1º, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a criação de 8.600 cargos em universidades federais
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta segunda-feira, 1º, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a criação de 8.600 cargos em universidades federais
Foto: Ricardo Stuckert / Presidencia da Republica / Estadão

Na última quinta-feira, 27, Lula enviou ao Congresso Nacional projetos de lei de criação da Universidade Federal do Esporte e da Universidade Federal Indígena. As duas instituições terão suas sedes em Brasília, mas com atuações em outras regiões. A previsão é de que as unidades entrem em funcionamento em 2027.

A definição dos cursos, nas duas universidades, virá apenas após a aprovação dos projetos de lei no Congresso Nacional. O plano prevê que a Universidade Federal do Esporte tenha centros de excelência nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, além da sede no Distrito Federal.

A previsão é de que a instituição ofereça cursos como de técnico de futebol e de gestão do esporte com 3.000 vagas disponíveis e cursos de quatro semestres. Haverá também parceria com a Universidade Aberta do Brasil, para cursos à distância.

Já a Universidade Federal Indígena deverá ter cursos como gestão ambiental e territorial, gestão de políticas públicas, sustentabilidade socioambiental e promoção das línguas indígenas.

Com a oferta inicial de dez cursos, a previsão é de oferecer até 48 cursos de graduação e atender aproximadamente 2,8 mil estudantes indígenas nos primeiros quatro anos de implantação.

Estadão
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