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Dilma garante meta de inflação, controle fiscal e câmbio flexível

14 out 2013 - 15h47
(atualizado às 16h15)
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Dilma garante que a meta de inflação será cumprida neste ano
Foto: Chip East / Reuters

A presidente Dilma Rousseff aproveitou evento em Minas Gerais nesta segunda-feira para garantir que a meta de inflação será cumprida neste ano e que o governo mantém o compromisso com o rigor fiscal e uma política cambial flexível.

"Quero lembrar, mais uma vez, que pelo décimo ano consecutivo a inflação vai fechar o ano dentro da meta", disse na inauguração de uma fábrica em Itajubá (MG). "Nosso compromisso com o rigor fiscal não se alterou", acrescentou a presidente, argumentando que o País atravessou a "mais grave crise da história" desde 1929 com o endividamento público controlado. Ela citou o fato de a relação da dívida líquida do setor público com o Produto Interno Bruto (PIB) ser uma das menores do mundo.

Ainda segundo a presidente, o governo pratica "uma política de flexibilidade cambial", que tem permitido ao Brasil enfrentar as turbulências internacionais e ainda "dar, dentro da variabilidade cambial, maior estabilidade ao País".

Os comentários ocorrem no mesmo dia em que notícia na imprensa relata que a ex-senadora Marina Silva, e possível candidata a presidente ou a vice em 2014, defendeu a volta ao chamado tripé macroeconômico - robustos superávits primários, câmbio flutuante e meta de inflação.

Os críticos à atual política econômica do governo argumentam que a meta de inflação tem sido cumprida nos últimos anos, mas muito próxima do teto. A meta é de 4,5%, com tolerância de 2 pontos percentuais.

Do lado fiscal, embora o governo ainda esteja produzindo superávits primários, eles são cada vez menores. Além disso, apesar de a dívida pública líquida estar controlada, a dívida bruta está num patamar que serviu como parte da justificativa da agência de classificação de risco Moody's para reduzir a perspectiva do rating do Brasil.

Por último, os críticos reclamam do que consideram excesso de intervencionismo do governo no mercado de câmbio, a ponto de surgirem de tempos em tempos questionamentos se o Brasil adota mesmo um regime cambial flutuante.

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