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Desemprego recua no Brasil e atinge menor taxa da série histórica em 19 estados e no DF, diz IBGE

Taxa de desocupação recuou de 6,6% em 2024 para 5,6% em 2025; a tendência de queda foi acompanhada por 20 das 27 Unidades da Federação

20 fev 2026 - 10h20
(atualizado às 10h48)
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Em 2025, a taxa anual de desocupação do país (5,6%) recuou 1,0 ponto percentual frente ao resultado de 2024 (6,6%)
Em 2025, a taxa anual de desocupação do país (5,6%) recuou 1,0 ponto percentual frente ao resultado de 2024 (6,6%)
Foto: Nilton Fukuda/Estadão / Estadão

A taxa de desemprego no Brasil recuou 1 ponto porcentual (p.p.), de 6,6% em 2024 para 5,6% em 2025, e  tendência de queda foi acompanhada por 20 das 27 Unidades da Federação, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira, 20, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Em 19 unidades da federação e no Distrito Federal a desocupação fechou o ano com a menor taxa da série histórica, iniciada em 2012. O IBGE considera desocupadas as pessoas que não têm trabalho, mas estão ativamente procurando uma oportunidade, mesmo critério usado em padrões internacionais.

As vinte unidades da federação com menor nível de desemprego no período foram:

  • Bahia (8,7%) 
  • Amazonas (8,4%),
  • Rio Grande do Norte (8,1%)
  • Amapá (7,9%)
  • Sergipe (7,9%)
  • Distrito Federal (7,5%)
  • Pará (6,8%)
  • Maranhão (6,8%)
  • Ceará (6,5%)
  • Paraíba (6,0%)
  • São Paulo (5,0%)
  • Tocantins (4,7%)
  • Minas Gerais (4,6%)
  • Goiás (4,6%)
  • Rio Grande do Sul (4,0%)
  • Paraná (3,6%)
  • Espírito Santo (3,3%)
  • Mato Grosso do Sul (3,0%)
  • Santa Catarina (2,3%)
  • Mato Grosso (2,2%).

“A mínima histórica em 2025 decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real. Contudo, a queda da desocupação mascara problemas estruturais: Norte e Nordeste mantêm informalidade e subutilização elevadas, evidenciando ocupações de baixa produtividade”, explica William Kratochwill, analista da pesquisa.

Recuo no quatro trimestre

No Brasil, no quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego foi de 5,1%, o que representa uma redução de 0,5 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2025 (5,6%) e uma redução significativa de 1,1 ponto percentual frente ao quarto trimestre do ano anterior (6,2%).

Sengudo o IBGE, no entanto, na passagem do terceiro para o quarto trimestrea a taxa de desemprego recuou de forma estatisticamente significativa em apenas seis das 27 Unidades da Federação: São Paulo (0,5 p.p.), Rio de Janeiro (0,6 p.p.), Pernambuco (1,2 p.p.), Distrito Federal (1,3 p.p.), Paraíba (1,3 p.p.) e Ceará (1,5 p.p.), com estabilidade nas demais.

No país, o rendimento médio habitual foi de R$ 3.613 no quarto trimestre de 2025. Este resultado apresentou crescimento tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.527) quanto em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 3.440).

Na comparação entre o terceiro trimestre e o quarto trimestre de 2025, as regiões Norte (R$ 2.846) e Sudeste (R$ 4.033) apresentaram expansão estatisticamente significativa do rendimento, enquanto as demais permaneceram estáveis. 

Desemprego de longo prazo

No quarto trimestre de 2025, cerca de 1,1 milhão de pessoas buscavam um posto de trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 19,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Por outro lado, 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente recuou 23,1% antes o mesmo trimestre de 2024, quando 1,4 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Fonte: Portal Terra
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