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Concessões do consignado privado quase triplicam em 2025 e saldo vai a R$ 76,7 bi

Resultados refletem impulso do Crédito do Trabalhador, novo modelo de consignado privado lançado pelo governo

29 jan 2026 - 09h36
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BRASÍLIA - As concessões de crédito consignado para trabalhadores do setor privado praticamente triplicaram em 2025, encerrando o ano passado com alta de 183,6% frente a 2024. Os resultados refletem o impulso do Crédito do Trabalhador, novo modelo de consignado privado lançado pelo governo para o setor.

Com a alta das concessões, o saldo da modalidade quase dobrou, passando de R$ 40,169 bilhões em dezembro de 2024 para R$ 76,691 bilhões no mês passado — uma alta de 90,9% em 12 meses. Mesmo assim, continua bem abaixo do consignado para servidores públicos (R$ 379,701 bilhões), por exemplo.

A taxa média de juros do consignado privado disparou 15,4 pontos porcentuais entre dezembro de 2024 e o mesmo mês de 2025, de 40,8% para 56,2%. A taxa cobrada é mais do que o dobro da observada no consignado dos servidores públicos (23,6%) e dos beneficiários do INSS (23,9%).

O governo espera que, com o Crédito do Trabalhador, o tomador migre para linhas com taxas mais baixas. O comportamento dos juros no consignado privado, porém, tem registrado alta neste primeiro momento, refletindo a adaptação de instituições financeiras à modalidade e o interesse pelo segmento.

Apenas em dezembro, as concessões do consignado privado cresceram 1,5% na comparação com novembro, para R$ 6,785 bilhões. Foi a sexta alta mensal consecutiva. O saldo da modalidade aumentou 7,6%, a 13ª expansão seguida. A taxa de juros diminuiu em 0,9 ponto, a segunda diminuição sequencial.

Estadão
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