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Como a Azul lida com dívida de R$ 34,6 bilhões, novas políticas de Trump e consequências da pandemia

John Rodgerson, presidente da aérea, conta em entrevista o que levou à decisão de entrar com pedido de recuperação judicial

5 jul 2025 - 07h10
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A Azul, que enfrentava juros anuais de R$ 160 milhões em 2019, hoje paga R$ 1,6 bilhão devido ao aumento das taxas e à desvalorização do real. Para reduzir sua dívida de R$ 34,6 bilhões, a companhia entrou, no fim de maio, com pedido de recuperação judicial nos EUA, o "chapter 11?.

Segundo o presidente John Rodgerson contou em entrevista ao Estadão, com a medida, a companhia deve se desalavancar. Parte da dívida será convertida em ações. Rodgerson afirmou que a aérea já tem o apoio de grandes credores e de parceiros estratégicos como United Airlines e American Airlines. A expectativa é de concluir o processo em até nove meses.

John Rodgerson, presidente da Azul, destaca o impacto da pandemia e a recuperação judicial da empresa para garantir a sustentabilidade e o crescimento futuro
John Rodgerson, presidente da Azul, destaca o impacto da pandemia e a recuperação judicial da empresa para garantir a sustentabilidade e o crescimento futuro
Foto: Daniel Teixeira/Estadão / Estadão

O executivo também disse que, apesar do foco atual na recuperação, as negociações para uma possível fusão com a Abra (holding da qual fazem parte Gol e Avianca) continuam em pauta para 2026, buscando ganhos de escala no setor aéreo brasileiro. A empresa deve manter crescimento moderado nos próximos anos.

Quer entender melhor o contexto e os próximos passos da Azul? Leia a reportagem completa.

Estadão
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