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China pede à Líbia que proteja seus investimentos petrolíferos

23 ago 2011 - 02h36
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<br/>O governo da China pediu nesta terça-feira à Líbia que proteja seus investimentos, especialmente no setor petrolífero, após a ameaça dos rebeldes líbios de cancelar acordos comerciais e econômicos entre Pequim e o agonizante regime de Muammar Kadafi. "O investimento chinês na Líbia, especialmente em petróleo, é um aspecto da cooperação econômica bilateral e interessa mutuamente aos dois países", destacou em entrevista coletiva Wen Zhongliang, alto funcionário do Ministério de Comércio chinês.<br /><br />Responsáveis da petrolífera líbia Agoco - controlada pelos insurgentes - assinalaram na segunda-feira que China e Rússia poderiam perder seus contratos nos recursos naturais da Líbia por não ter apoiado a rebelião contra Kadafi.<br /><br />A China tem investimentos avaliados em US$ 18 bilhões na Líbia, projetos em que 35 mil chineses trabalhavam antes de serem evacuados no início da guerra civil, em fevereiro. A maior petrolífera estatal chinesa, a CNPC, informou na segunda-feira sobre o cancelamento de seis projetos de prospecção na Líbia e Níger avaliados em US$ 187 milhões devido ao conflito civil nesses países.<br /><br />A China, membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, se absteve na votação que, em março, aprovou uma zona de exclusão aérea na Líbia e condenou os posteriores bombardeios contra o regime de Kadafi. No entanto, meses mais tarde, admitiu os rebeldes como "interlocutores válidos" em suas relações com a Líbia, e até convidou para uma vista, em junho, o líder dos insurgentes, Mahmoud Jibril, recebido pelo ministro das Relações Exteriores chinês, Yang Jiechi.<br /><br />Na segunda-feira, a embaixada da Líbia em Pequim mudou a tradicional bandeira verde ligada ao regime de Kadafi pela tricolor dos rebeldes líbios. "Todo o povo da Líbia está comemorando nas praças o fim da era Kadafi. Por isso, temos de mudar a bandeira", destacou o homem que retirou o antigo pavilhão e içou o novo, em declarações ao site de notícias chinês <i>Sina.com</i>.

Fonte: Invertia Invertia
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