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Casal abandona carreira para empreender no mercado infantil e fatura mais de R$ 1 milhão

Administrador e advogada desistiram de suas carreiras convencionais para investir em festas de aniversário

10 jul 2024 - 05h00
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Jorge Nery, Stéphanie Correia e o filho Theo.
Jorge Nery, Stéphanie Correia e o filho Theo.
Foto: Divulgação

Há muitos relatos em livros e na internet de pessoas que encontraram um caminho para empreender depois de terem uma grande ideia da noite para o dia. Com a advogada baiana Stéphanie Correia, 37, e o administrador Jorge Nery, 37, a ideia não nasceu literalmente em um amanhecer, mas no aniversário de 1 ano do filho do casal. "A história da Bandô é muito interessante, porque realmente foi uma coisa muito materna", conta Stéphanie.

Mãe do único filho do casal, a empresária baiana diz que queria fazer uma festa personalizada para o filho Theo, lá em 2019. Como não encontrou nenhuma empresa especializada que oferecesse o serviço, ela e o marido resolveram fazer a festa do seu jeito.

"A Brincar nasceu, literalmente, da motivação em proporcionar uma experiência que carregasse um real significado para ele, jeitinho dele", acrescenta.

Após realizar a festa personalizada e gostar do resultado, o casal decidiu romper com as suas carreiras convencionais e empreender neste ramo do mercado infantil. A dupla investiu R$ 100 mil nas festas de aniversário e já faturou mais de R$ 1 milhão criando brincadeiras personalizadas. Para este ano, a previsão é que o faturamento seja entre R$ 700 mil e R$ 800 mil.

A empresa, que iniciou como Brincar e recentemente adotou o nome Bandô, faz de 15 a 20 eventos por mês, que custam entre R$ 2,5 mil e R$10 mil. Ao todo, 40 profissionais estão envolvidos na realização das festas.

Embora a atuação seja concentrada em Salvador, eles têm planos de franquear o modelo de negócio e expandir para mais cidades e estados. 

"As nossas atividades são itinerantes, portanto, nós conseguimos atender em outro estado, porque o nosso serviço é montado no espaço da festa. No modelo, o protagonismo da criança começa já na concepção, quando ela é entrevistada para saber como gostaria que a sua festa fosse", ressalta Stéphanie Correia.

Sócio do negócio, Jorge Nery comenta que o diferencial da empresa está em trabalhar o lúdico e o criativo, dando ao mesmo tempo autonomia e liberdade para as crianças. Outra característica do negócio é permitir a interação dos pais no momento de diversão.

"Queremos que todo mundo brinque junto; que pais e mães participem da diversão, que crianças maiores saibam brincar com crianças menores. Festa é para confraternizar e reunir todo mundo", argumenta.

Vulcão, bambolê e mais 

Entre os serviços da Bandô estão as Oficinas Criativas, onde as crianças são convidadas a realizar atividades manuais e desenvolver a imaginação enquanto exploram diferentes materiais e texturas. Nesse momento, elas podem brincar com jardinagem, produção de vulcão em erupção, experimentos científicos com química e até customização de capas de super-heróis que elas mesmas inventam.

A Bandô disponibiliza ainda Oficinas Recreativas, nas quais são promovidas atividades empolgantes com o corpo, como correr, bambolê e pular corda. Os serviços incluem, também, o Espaço Brincar, ambiente multissensorial com brinquedos feitos exclusivamente em materiais mais sustentáveis, como madeira e tecido, para incentivar estímulos auditivo, visual e motor.

"Nas redes sociais, temos visto festas que se concentram muito no glamour e pouco na criança. A gente vê hoje muitas festas que a criança não aproveita, não brinca, não celebra. Por isso, a gente vem criando e desenvolvendo sempre um repertório diferenciado para que pai e mãe surpreendam cada convidado", finaliza Stéphanie Correia. 

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Fonte: Redação Terra
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