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American Ailines e US Airways criam maior aérea do mundo

14 fev 2013 - 09h45
(atualizado às 10h55)
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A empresa optou por manter a cor prata já conhecida dos clientes, mas apresentou um visual mais limpo
A empresa optou por manter a cor prata já conhecida dos clientes, mas apresentou um visual mais limpo
Foto: Divulgação

A American Airlines (AA) confirmou na manhã desta quinta-feira a fusão com a US Airways e a criação da maior companhia aérea do mundo, de acordo com informações da assessoria de imprensa da AA. Na quarta-feira, os conselhos das duas empresas aprovaram  uma fusão que criará a companhia aérea com um valor de mercado de cerca de US$ 11 bilhões, afirmaram fontes próximas ao assunto.

A operação, realizada toda em ações das comapnhias, vai finalizar a consolidação das companhias aéreas americanas que ajudou a indústria e ter bases financeiras mais sólidas. Os credores da AMR, controladora da American Airlines, vão deter 72% da companhia aérea combinada, que vai atuar sob a marca da American e será baseada no Texas. Os acionistas da US Airways ficarão com o restante.

O acordo era amplamente esperado pelo mercado e passou mais de um ano em gestação. A AMR, controladora da American, encaminhou um pedido de concordata em novembro de 2011 e a US Airways começou a buscar a fusão no início de 2012.

A fusão das empresas vai criar a maior companhia aérea do mundo em volume de passageiros e ajudar a American e a US Air a competirem melhor com a United Continental e com a Delta Air Lines. O valor de mercado de US$ 11 bilhões da companhia combinada se compara aos cerca de US$ 12,4 bilhões da Delta e aos US$ 8,7 bilhões da United.

 A transação em ações está sujeita a aprovação de autoridades regulatórias dos Estados Unidos e do tribunal de falências do país e deve gerar mais de 1 bilhão de dólares em sinergias anuais líquidas em 2015. No anúncio, as empresas também informaram que planejam assumir a entrega de cerca de 600 novas aeronaves.

No final de janeiro, o presidente da divisão de aviação comercial da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, afirmou que a fabricante vê a companhia americana demandando mais jatos regionais.

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