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Brasilprev usa fórmula de diversificação de produtos para se manter no primeiro lugar do ranking

Com R$ 318 bilhões sob custódia, empresa captou R$ 7,7 bilhões em 2021; executivo da BrasilPrev acredita que mercado deve ficar mais pulverizado nos próximos meses

22 fev 2022 - 05h10
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Campeã do setor de previdência privada, a Brasilprev também aposta na diversificação de produtos para se manter na liderança. "A empresa vem se movimentando de forma forte e eficaz para ampliar seu leque de produtos e atender as mais diversas necessidades dos clientes", diz o superintendente comercial da companhia, Mauro Guadagnoli.

A Brasilprev tem hoje fundos para investidores mais agressivos, em que 100% do capital é aplicado em renda variável e 40% no exterior, mas também produtos para quem não conhece o mercado. Entre esses, está o BrasilPrev Fácil, criado há dois anos para servir como porta de entrada para o segmento de previdência complementar, já que o cliente pode contratar por aplicativo e investir R$ 100 por mês.

Para executivo, apesar de concorrência, a BrasilPrev continua tendo 'solidez e credibilidade'.
Para executivo, apesar de concorrência, a BrasilPrev continua tendo 'solidez e credibilidade'.
Foto: BrasilPrev/Divulgação / Estadão

Ao contrário de alguns bancões, a BrasilPrev registrou captação líquida positiva no ano passado, de R$ 7,7 bilhões. O valor, porém, foi inferior ao do ano anterior, quando atingiu R$ 15 bilhões.

Quando se analisa a portabilidade, a companhia acabou perdendo mais recursos do que atraindo, e ficou com um saldo negativo de R$ 5,6 bilhões - atrás apenas do Bradesco, que perdeu R$ 6,1 bilhões

Guadagnoli afirma que esse resultado é natural, pois, como a empresa é líder em ativos sob gestão (tem R$ 318 bilhões, enquanto o segundo colocado, o Bradesco, detém R$ 237 bilhões), acaba sendo "alvo de ação dos concorrentes". "Quando você olha os números nominais, parece que são altos. Mas quando os relativiza, o cenário muda", acrescenta.

O executivo admite que o mercado deve ficar mais pulverizado nos próximos anos, conforme outras empresas ingressem no setor e ganhem força. Para ele, porém, a BrasilPrev continua tendo "solidez e credibilidade" como diferencial para se manter como a maior companhia do País na área. "Novos players são bem-vindos e ajudam a desenvolver o mercado, mas a previdência complementar não é para amadores."

Procurado, o Santander informou que manteve sua participação de mercado em previdência no ano passado. Itaú, Bradesco e Caixa não deram retorno.

Estadão
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