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BC e CNJ comunicam acesso indevido de dados cadastrais de mais de 11 milhões de pessoas

Acessos ocorreram no Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário; BC informou que não foram expostos dados sensíveis, como senhas e informações sob sigilo bancário

23 jul 2025 - 21h35
(atualizado às 21h55)
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BRASÍLIA - O Banco Central (BC) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) comunicaram nesta noite de quarta-feira, 23, a ocorrência de um incidente de segurança, nos dias 20 e 21 de julho, em razão de acessos indevidos ao Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud) operado pelo CNJ, referente a dados pessoais vinculados a chaves Pix.

Segundo o CNJ, o incidente provocou acesso indevido a informações cadastrais de mais de 11 milhões de pessoas. Esse contingente corresponde a aproximadamente 7% das pessoas físicas com chave Pix.

O BC informou que não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário.

As informações obtidas indevidamente são de natureza cadastral (nome da pessoa, chave Pix, nome do banco, número da agência e número da conta), que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras.

O Banco Central ainda disse ter adotado "as ações necessárias" para a apuração detalhada do caso. Além disso, a Polícia Federal (PF) e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foram oficialmente comunicadas.

A autoridade monetária destacou que a comunicação do evento não é exigida pela legislação, por conta do baixo impacto potencial para os usuários, mas decidiu comunicar "à vista do compromisso com a transparência que rege sua atuação".?

CNJ: Problema foi imediatamente identificado e corrigido

Em nota, o CNJ disse que o problema foi "imediatamente identificado, corrigido, e o sistema voltou a operar normalmente".

Será disponibilizado no site oficial www.cnj.jus.br um canal exclusivo para consulta, por parte dos cidadãos, de eventual dado exposto. O CNJ disse que não vai utilizar outros meios de comunicação com os afetados, como mensagens, SMS, e-mail ou chamadas telefônicas.

Estadão
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