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Alibaba faz registro para IPO em Hong Kong que pode levantar US$20 bi, diz fonte

13 jun 2019
10h15
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O Alibaba Group, maior empresa de e-commerce da China, fez o registro de forma confidencial para uma listagem na bolsa de Hong Kong que pode captar até 20 bilhões de dólares já no terceiro trimestre deste ano, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto.

20/07/2018
REUTERS/Aly Song/File Photo - RC1575AB90F0
20/07/2018 REUTERS/Aly Song/File Photo - RC1575AB90F0
Foto: Reuters

Um negócio desse porte seria a maior oferta subsequente (follow-on) global de ações em sete anos e daria ao Alibaba recursos para investimento em tecnologia - uma prioridade para a China, à medida que o crescimento econômico diminui e uma disputa comercial com os Estados Unidos se intensifica.

O Alibaba detém o recorde de maior oferta pública secundária do mundo, com seus 25 bilhões de dólares em Nova York há cinco anos.

Então, inicialmente, a empresa esperava ser negociada em Hong Kong, mas a estrutura administrativa da empresa de tecnologia entrou em conflito com as regras de listagem da cidade. A Hong Kong Exchanges & Clearing, a operadora da bolsa da cidade, mudou suas regras de listagem no ano passado - principalmente com o objetivo de atrair grupos de tecnologia chineses.

O Alibaba se recusou a comentar o acordo quando contatado pela Reuters. O SoftBank Group, maior acionista do Alibaba, com uma participação de 28,7%, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Os bancos de investimento China International Capital e Credit Suisse lideram o negócio. Ambos os bancos se recusaram a comentar.

Uma listagem do Alibaba em Hong Kong será vista como uma vitória para a cidade por seus profissionais de mercado, que lamentaram a receita perdida com a negociação quando o grupo de comércio eletrônico decidiu abrir capital em Nova York.

A listagem em Hong Kong também daria aos investidores chineses do continente o primeiro acesso direto a uma das maiores histórias de sucesso do país, por meio do link de negociação de ações entre Hong Kong, Xangai e Shenzhen.

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