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Agrivalle investe em nova fábrica e mira faturar R$ 1 bilhão em 2025

A nova fábrica em Indaiatuba (SP), que recebeu R$ 70 milhões em investimentos, já iniciou operações, substituindo outras três que serão desativadas

7 mar 2022 - 05h10
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A Agrivalle, fabricante de defensivos biológicos e fertilizantes especiais, começa em março uma nova fase, base para crescer cinco vezes e atingir o almejado faturamento de R$ 1 bilhão em 2025. A nova fábrica em Indaiatuba (SP), fruto de investimento de R$ 70 milhões, já iniciou operações, substituindo outras três que serão desativadas, com capacidade produtiva dez vezes maior. A estrutura permitirá ampliar parcerias, como a selada com a rede de distribuição Nutrien, avançar no desenvolvimento de biodefensivos de segunda, terceira e quarta geração e em projetos customizados para produtores, conta Edsmar Resende, diretor de Novos Negócios. "Queremos ser o maior player de biológicos do mundo em até três anos", afirma.

Gente nova no comando

A companhia, controlada pela gestora 10b, da SK Tarpon, apresenta nesta semana seu novo CEO, José Ovídio Bessa. Uma de suas missões será repetir em 2022 o crescimento de 2021, de 48%, quando a empresa faturou em torno de R$ 200 milhões.

Um olho aqui, outro lá fora

Com 44 produtos, a Agrivalle deve lançar mais 15 este ano. Há expectativa de maior demanda por adubos especiais para atenuar a menor oferta dos importados, com a guerra na Ucrânia. No médio prazo, pretende entrar em mais mercados além de Angola, Moçambique e Paraguai, como Europa e Estados Unidos.

DE LÁ PARA CÁ

A Tmov, marketplace de cargas principalmente do agronegócio, fechou 2021 com faturamento 41% maior, de R$ 1,3 bilhão. Para este ano, a empresa não abre previsão, mas, só em janeiro, teve aumento de mais de 100% na receita na comparação anual. O resultado reflete a colheita de soja iniciada mais cedo e a migração de caminhoneiros e gestores de frotas para plataformas digitais. "O ano de 2022 será uma continuação do nosso crescimento de 2021", diz Charlie Conner, o CEO.

ESCALADA.

A Tmov dobrou a base de motoristas cadastrados, para mais de 104 mil em todo o País, e viu crescer em 130% a quantidade de usuários mensais ativos em seu aplicativo no ano passado. "Estamos testando soluções de microcrédito voltadas para caminhoneiros", antecipa Conner.

SÓ SEU.

A Yara Brasil, de fertilizantes, inicia nesta semana seu programa de fidelidade voltado diretamente a produtores rurais. Batizado de "Boa Colheita Produtores Rurais", o programa permite o acúmulo de pontos aos agricultores clientes. Os pontos poderão ser trocados por produtos, serviços e soluções no marketplace Orbia, do qual a Yara se tornou sócia neste mês. "Nos últimos anos, adaptamos a nossa atuação para nos aproximarmos cada vez mais do produtor", diz Lucied Manduca Marques, diretora de Marketing da Yara Brasil. A empresa espera que o programa alcance metade de seus clientes em até três anos.

NOVAS FRONTEIRAS.

A Perfect Flight, startup de gestão e inteligência de pulverização de insumos, prevê desembarcar em mais Estados até o fim da safra atual (2021/22). Na mira, estão Pará e Tocantins, conta Leonardo Luvezuti, diretor de Operações. Dois novos escritórios foram abertos recentemente em Primavera do Leste (MT) e Luís Eduardo Magalhães (BA). Agora, são cinco. "O objetivo é aumentar a presença física ao lado do produtor", diz. Até o fim da safra, a startup prevê cobrir 15 milhões de hectares.

CAPTAÇÃO.

Para sustentar sua expansão, a Perfect Flight prevê abrir nova rodada de investimento. Uma chamada para abertura de capital está sendo estruturada, sem previsão de data, adianta Luvezuti. Focada em grãos, algodão e cana-de-açúcar, a agtech atende a grandes do setor como SLC Agrícola, Raízen, Amaggi, Tereos, Citrosuco, Pedra Agroindustrial e São Martinho.

Estadão
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