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Vale Tudo: Saiba quando Raquel e Ivan descobrem a mala milionária

Raquel e Ivan vão ficar em choque ao descobir os dólares que estão na mala que foi entregue para a mocinha como se fosse de Rubinho em Vale Tudo

22 abr 2025 - 21h00
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Raquel (Taís Araujo) e Ivan (Renato Góes) de Vale Tudo
Raquel (Taís Araujo) e Ivan (Renato Góes) de Vale Tudo
Foto: Reprodução/Globo / Contigo

A mala cheia de dólares de Marco Aurélio (Alexandre Nero) movimentará Vale Tudo. O objeto parará nas mãos de Raquel (Taís Araujo) após a morte de Rubinho (Julio Andrade). A batalhadora o guardada para Fátima (Bella Campos).

Como a filha ingrata demorará para buscar, a protagonista e Ivan (Renato Góes) abrirão a mala e ficarão espantados com a dinheirada. O funcionário da TCA logo compreenderá que o objeto pode ter sido trocado com o que realmente era do músico.

A descoberta acontecerá no capítulo que irá ao ar no dia 3 de maio, no sábado. Ivan pensará em gastar o dinheiro e Raquel será contra, pensando até em devolver para o verdadeiro dono. Fátima descobrirá a fortuna e roubará a mãe sem ninguém saber que foi ela.

TAÍS ARAUJO FALA SOBRE A RAQUEL DE VALE TUDO

Entrevistada pelo jornal O Globo, Taís Araujo comentou sobre a forma como construiu a Raquel de Vale Tudo. "Uma mulher que a gente enxerga e reconhece. Como as mulheres brasileiras negras que sustentam a base da pirâmide, estão no corre, são mãe solo", apontou a estrela.

"A gente, que vive o privilégio absoluto sem ter que se preocupar com fazer comida, limpar a casa, olha e pensa, 'como ela consegue?'. Que abdicou da vida pessoal para se dedicar à criação da filha. Não se formou, não trabalha no que ama, mas ousa ser feliz. Que tem suas dores, mas não vive do passado. Sofre, mas pensa, 'qual é o próximo passo?'. É a realidade da maioria do povo brasileiro", declarou a famosa.

A artista destacou ainda mas mudanças na nova versão do folhetim. "Na primeira versão, tinham dois atores negros. No Brasil de 1988, era inviável. E não porque não tinha atores pretos trabalhando, eles não eram respeitados, vistos, sequer escalados, sequer pensados para fazer isso. É lindo construir essa narrativa hoje", avaliou a atriz.

"Quem construiu essa narrativa deturpada da população preta, LGBTQIAPN+ e outras à margem do centro e do poder foi o jornalismo, telejornalismo, a publicidade e a teledramaturgia. Sobretudo, essa última, que é quem conta a história de um país, é a identidade brasileira. Durante muito tempo, a população negra só era vista como a mazela do país, desde que foi trazida sequestrada, escravizada. Óbvio que tem um valor comercial gigantesco por trás disso. Mas é um valor a ser respeitado como consumidor no mundo capitalista. É nossa responsabilidade reconstruir a narrativa. E isso está rolando", finalizou Taís.

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