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Elizabeth Savalla sobre reencontro com veteranos em Êta Mundo Melhor: 'Alegria'

Elizabeth Savalla contou à Contigo! Novelas sobre retorno às telinhas em Êta Mundo Melhor!

9 set 2025 - 11h34
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De volta como Cunegundes em Êta Mundo Melhor! (Globo), Elizabeth Savalla não esconde a alegria de reencontrar colegas e conhecer a nova geração de atores. Com 52 anos de carreira, a atriz reflete a importância de aprender com cada experiência e ver o lado positivo das dificuldades.

Elizabeth Savalla
Elizabeth Savalla
Foto: Produção Contigo! Novelas / Contigo

Como tem sido voltar a trabalhar com tantos colegas, além dos novos parceiros na trama?

"Está sendo uma tranquilidade, uma alegria reencontrar pessoas como o Ary Fontoura, que é um exemplo de vida, e também conhecer outros atores pela primeira vez. Estou trabalhando pela primeira vez com a Amora Mautner, essa diretora maravilhosa, que está apaixonada pelo que faz, e reencontrando o Walcyr Carrasco, que tem um belíssimo repertório não só na televisão, mas também como autor de livros... Ele faz milhões de coisas ao mesmo tempo!Tem sido um presente, uma chance para que eu possa aprender muito com esse pessoal da nova geração."

A novela já era muito querida pelo público. O que essa nova geração trouxe de mudança?

"Acho que esse projeto chegou com muito potencial para resgatar o público da televisão. Acredito que a

nova geração, mesmo que não acompanhe tanto hoje, vai se encantar. O espetáculo é verdadeiro mesmo nos bastidores: todos se gostam, se respeitam e estão fazendo aquilo que amam. Por isso acredito no sucesso de Êta Mundo Melhor!, assim como já acreditava no sucesso de Êta Mundo Bom!, em 2016. Não é à toa que estamos de volta."

Recentemente, você falou sobre o medo que acompanha o ator. O que isso significa?

"O medo é sempre nosso companheiro, mas é também o que nos move. Claro, cada pessoa tem seu gosto — uns gostam de preto, outros de vermelho — e está tudo bem. O que não pode é transformar isso em ódio. O medo não deve ser visto como uma ameaça, algo ruim. Ele pode ser um motor. É isso que nos faz seguir em frente, senão não faria sentido estarmos aqui."

Então, para você, até as dificuldades têm um lado positivo?

"Sim. Tudo de ruim que acontece na vida é um jeito de melhorar. Sempre penso assim: vamos aproveitar enquanto estamos aqui, porque cada experiência é uma oportunidade de crescer."

São muitos anos de carreira. Qual o seu maior aprendizado?

"Comecei em 1974, na TV Cultura. Em 1975, fiz Gabriela e, a partir dali, fui para a TV Globo. Já são 52 anos de televisão. Eu tinha que ser atriz, só sabia fazer isso. Agora, mais velha, tenho mais incertezas e isso é algo muito interessante porque, quando não há certezas, você faz mais balanços da vida."

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