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Cantor de abertura de novela do Viva morreu com tumor no cérebro aos 38 anos

No ar no Viva, Ronaldo Resedá deu voz a trilhas sonoras de novelas de sucesso, mas enfrentou dificuldades financeiras antes de morrer em 1984

14 fev 2025 - 07h36
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Cena de Plumas e Paetés
Cena de Plumas e Paetés
Foto: Reprodução/Globo / Contigo

Cantor e bailarino, Ronaldo Resedá tem a voz eternizada em diversas trilhas sonoras de sucesso, como na abertura da novela Plumas e Paetês, atualmente no ar no canal Viva. Apesar do destaque conquistado com a participação nas trilhas novelísticas, o artista enfrentou dificuldades nos últimos anos de sua vida e morreu com tumor no cérebro aos 38 anos.

Voz de trilhas sonoras

Nascido no Rio de Janeiro, em 16 de outubro de 1945, Ronaldo Resedá iniciou sua carreira como bailarino e professor de jazz. Entre seus alunos, estiveram grandes nomes da dramaturgia brasileira, como Marília Pêra, Lauro Corona e Lucélia Santos. No final da década de 1970, sua incursão na música o levou ao universo das trilhas de novelas, tornando-se uma figura conhecida na TV.

Com um repertório voltado para a disco music, Resedá ganhou o apelido de "Kid Discoteca". Interpretou faixas que marcaram época em produções da Globo, como Dancin' Days, Marrom Glacê, Marina e Feijão Maravilha. Seu talento e presença de palco o tornaram popular, mas, mesmo com a visibilidade obtida, sua carreira musical não deslanchou como esperado.

Em 1979, lançou um álbum pela Som Livre, que, apesar de boa recepção, acabou sendo seu único disco solo. Com o passar dos anos, as oportunidades na música foram diminuindo, levando-o a explorar novas frentes, como a apresentação de programas musicais, entre eles Som Pop, na TV Educativa, e Quanto Mais Quente Melhor, na Rede Record.

O cantor Ronaldo Resedá - Divulgação
O cantor Ronaldo Resedá - Divulgação
Foto: Contigo

Adeus precoce

A partir de 1983, a saúde de Resedá começou a se deteriorar. Diagnosticado com um tumor no cérebro, ele passou a dividir sua rotina entre internações hospitalares e tentativas de manter a carreira ativa. Determinado a recuperar o dinheiro investido em um álbum independente que nunca chegou ao mercado, insistiu em continuar se apresentando pelo Brasil, mesmo contrariando as recomendações médicas.

O desgaste físico agravou ainda mais sua condição. Em setembro de 1984, Ronaldo Resedá morreu em Imperatriz, no Maranhão, poucos dias antes de completar 39 anos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Parque Jardim da Saudade, no Rio de Janeiro. Mesmo com uma trajetória interrompida precocemente, seu legado permanece vivo nas trilhas sonoras que marcaram a televisão brasileira.

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