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Morte de Dani Li reacende debate sobre complicações em cirurgias plásticas

Cirurgião plástico alerta para importância de cuidados pré, intra e pós-operatórios

13 fev 2024 - 06h20
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Dani Li morreu em janeiro de 2024 durante cirurgia plástica
Dani Li morreu em janeiro de 2024 durante cirurgia plástica
Foto: Divulgação

Após a morte da cantora Dani Li depois de sofrer complicações de uma cirurgia plástica, e da influenciadora Luana Andrade, morta após uma lipoaspiração, surgiu uma discussão na internet sobre os perigos de procedimentos cirúrgicos com foco na estética. 

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Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (ISAPS), o risco de morte em cirurgia plástica é baixo: a probabilidade gira em torno de 1 caso de fatalidade a cada 60 mil cirurgias eletivas.

O médico cirurgião plástico facial, André Ritzmann Torres, explica que as complicações neste tipo de cirurgia podem ser reduzidas com cuidados pré, intra e pós-operatórios.

Cuidados pré-operatórios

“O primeiro passo é garantir que o paciente esteja saudável. Para isso, é importante realizar uma bateria de exames e, se necessário, solicitar exames complementares”, cita o médico. 

Além disso, ele explica que é importante que o paciente esteja em boas condições físicas, com alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos.

Cuidados intraoperatórios

Durante a cirurgia, é necessário adotar medidas para prevenir complicações, como tromboembolismo, infecção e hemorragia. Dentre essas medidas, estão:

• Uso de meia elástica e bota de compressão pneumática;

• Manta térmica e controle rigoroso da temperatura da sala;

• Equipe de anestesiologia extremamente capacitada;

• Infraestrutura hospitalar completa;

• Técnicas cirúrgicas avançadas e atualizadas;

• Tecnologias como ultrassom em caso de enxertia musculares guiadas.

Cuidados pós-operatórios

O pós-operatório também é uma fase essencial para reduzir o risco de morte ou complicações. O paciente deve seguir as orientações do cirurgião plástico à risca, incluindo medicações prescritas, retornos pós-operatórios, cuidados com curativos e hidratação e nutrição de qualidade.

"Todo e qualquer procedimento invasivo irá apresentar algum grau de risco. Resta a nós, profissionais, minimizar e controlá-los", completa.

A escolha do cirurgião plástico também é fundamental para reduzir o risco de morte. O médico deve ser qualificado, experiente e utilizar produtos de qualidade.

"A principal medida é a escolha do seu médico. Profissional com conhecimento de teoria para indicar o melhor tratamento, usando produtos de qualidade, e de prática para realizar de maneira mais segura possível", encerra André Ritzmann Torres.

(*) HOMEWORK inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.

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