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Bateção de leque: como o item se tornou febre no Lollapalooza 2026

Objeto, que ganhou força no movimento LGBT+, dominou evento e brilhou nas apresentações de Chappell Roan e Sabrina Carpenter

23 mar 2026 - 15h19
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Flap. Flap. Flap. Quem esteve presente no Autódromo de Interlagos ao longo do último final de semana se acostumou com o som de leques batendo durante os mais variados shows do Lollapalooza 2026. Do pop de Sabrina Carpenter ao hardcore do Turnstile, do rap de Tyler, the Creator à música eletrônica do Skrillex, as apresentações do festival foram marcadas pelo barulho de milhares de leques batendo em uníssono.

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Além de aliviar o calor presente no Autódromo, os objetos — vendidos por cerca de R$40 por ambulantes na região — ditaram o ritmo do festival e foram notados pelos artistas. A cantora Chappell Roan, por exemplo, afirmou que viu o bater de leques brasileiros durante a apresentação de Lady Gaga no Todo Mundo no Rio em 2025. "Pensei: 'Eu preciso fazer isso algum dia'. Aqui estamos", brincou a artista.

Leques marcam presença no Lollapaloza 2026 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Leques marcam presença no Lollapaloza 2026 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Foto: Taba Benedicto/ Estadão / Estadão

Já a cantora Sabrina Carpenter repostou um vídeo em suas redes sociais em que a plateia brasileira reage ao refrão de sua canção Nobody's Son com o bater de leques. "Esse vídeo me matou", escreveu a artista. "Eu te amo", comentou em português em seu perfil no Instagram. Nas redes sociais, fãs internacionais das divas pop elogiaram a prática nacional.

Fortemente associados ao movimento LGBT+, os leques vêm ganhando cada vez mais protagonismo em festivais e shows que ocorrem no Brasil. Nas apresentações de Madonna e Lady Gaga no Todo Mundo no Rio, as imagens e o som da praia de Copacabana lotada com o bater de leques viralizaram nas redes sociais. O objeto, que também se faz presente no carnaval ao redor do País, vem ganhando cada vez mais fama nos últimos anos.

Os leques, no entanto, são figurinhas carimbadas em festas, eventos e celebrações LGBT+ há bastante tempo. Em especial, compõem o figurino e a performance de drag queens e são elementos importantes da cultura ballroom. Não à toa, as principais cores que enfeitavam os leques do Lollapalooza eram as do arco-íris — a coloração da bandeira LGBT.

Leques marcam presença no Lollapaloza 2026 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo
Leques marcam presença no Lollapaloza 2026 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo
Foto: Taba Benedicto/ Estadão / Estadão

Em um período em que a organização do festival parece apostar em nomes da música pop — como Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Addison Rae, Doechii e Katseye —, os leques se tornaram o instrumento oficial dos fãs que foram ao festival. Caso a programação do evento continue a apostar nesse tipo de artista, não é absurdo pensar que o Lequepalooza continue pelas próximas edições.

Estadão
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