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URGENTE! Influenciadora morre após ingerir 'comida do diabo'; saiba qual

Influenciadora havia consumido 'comida do diabo' para um de seus conteúdos para as redes sociais; entenda o que aconteceu

12 fev 2026 - 11h47
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Um episódio trágico ocorrido nas Filipinas colocou em alerta autoridades locais e reacendeu discussões sobre os perigos do consumo de espécies marinhas desconhecidas. A influenciadora Emma Amit, de 51 anos, morreu após ingerir um crustáceo popularmente chamado de "caranguejo-do-diabo", apontado como venenoso.

Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram
Foto: Mais Novela

Conhecida por compartilhar vídeos mostrando a coleta e o preparo de frutos do mar, ela havia gravado mais um conteúdo nesse formato pouco antes de passar mal. Segundo informações publicadas pelo The New York Post, Emma Amit esteve em um manguezal em Puerto Princesa, cidade litorânea filipina, onde recolheu quatro tipos diferentes de frutos do mar.

O preparo foi registrado em vídeo e incluía o cozimento dos crustáceos com leite de coco. As imagens foram publicadas em seu perfil, como de costume. No entanto, no dia seguinte ao consumo do alimento, a influenciadora começou a apresentar sintomas severos associados à intoxicação.

Moradores da região relataram que ela sofreu convulsões enquanto era socorrida e levada a uma clínica local. Com o quadro clínico se agravando rapidamente, houve a transferência para um hospital. Ela já estava inconsciente e com os lábios escurecidos quando deu entrada na unidade. A morte foi confirmada no dia 6, apenas dois dias após a ingestão do animal.

Vale lembrar que autoridades encontraram carapaças do crustáceo descartadas no lixo da residência. A espécie é comum na região Indo-Pacífica e pode conter toxinas perigosas, como saxitoxina e tetrodotoxina, substâncias também associadas ao veneno do baiacu, segundo o Smithsonian. Essas toxinas têm ação rápida no organismo e podem levar à morte em poucas horas.

Após o ocorrido, órgãos locais reforçaram orientações para que moradores e turistas evitem consumir frutos do mar sem identificação adequada. Espécies potencialmente tóxicas devem ser manipuladas apenas com conhecimento especializado. De acordo com as autoridades, duas mortes já foram registradas na cidade em circunstâncias semelhantes.

Mais Novela
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