Thais Carla exibe cintura fininha após perder mais de 100 kg; compare
Influenciadora aproveitou a oportunidade para rebater críticas ao seu corpo
A influenciadora e dançarina Thais Carla, de 34 anos, atualizou seu perfil no Instagram na noite de terça-feira, 19, com vídeos e fotos de seu treino. Os registros chamaram atenção pela mudança no visual, especialmente na cintura, visto que ela emagreceu mais de 100 kg desde que se submeteu à cirurgia bariátrica.
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Além de mostrar sua rotina de treino na academia, a influenciadora aproveitou para expor alguns comentários de seguidoras que tomaram atitudes drásticas com o intuito de emagrecer.
“Quem lembra uma vez que eu perguntei qual foi a maior loucura que você já fez para emagrecer? E vocês me mandaram algumas perguntas aqui e eu vou responder. Uma falou assim: ‘Ficar tomando, em jejum, vinagre com limão, e quase me lasquei com isso. Fiquei com gastrite e esofagite’”, disse Thais Carla.
Uma das seguidoras relatou que cortou todos os carboidratos de uma vez só e, com este método, conseguiu perder 50 kg em sete meses. Entretanto, engordou tudo novamente. Outra falou que abusou do uso de remédios para emagrecer sem acompanhamento e chegou a perder a vesícula por causa disso. Ainda teve uma que comentou que ficou doente para tentar emagrecer um pouco mais.
Em meio a isso, a influenciadora aproveitou para rebater críticas ao seu corpo. Segundo a própria, no momento, enfrenta ataques por causa da flacidez, consequência do emagrecimento contínuo. “Você já viu o antes e o depois, mas ninguém te mostra o durante. Depois da bariátrica, eu perdi muito peso, e nem sempre sua mente acompanha isso”, começou ela.
“Tem dias em que eu me olho no espelho e fico me perguntando: esse corpo é meu? Porque não é só sobre emagrecer, é sobre a flacidez da sua pele, o reconhecimento que você está tendo de você mesma. Você não entende por que sua pele ficou toda flácida e você está praticamente reconhecendo o novo corpo. E ninguém fala sobre isso.”
“Talvez isso diga muito sobre o jeito como a gente se olha. Talvez isso diga muito sobre o jeito como a gente aprendeu a se olhar. É como se a gente sempre precisasse estar se corrigindo para, só então, ser aceita. Mas tem uma parte que quase ninguém cuida, que é o nosso psicológico”, encerrou.
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