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Renata Capucci desabafa sobre diagnóstico de Parkinson: 'Recomeço'

A jornalista Renata Capucci da Globo desabafa sobre diagnóstico precoce da doença de Parkinson

29 abr 2025 - 15h10
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Renata Capucci desabafa sobre diagnóstico de Parkinson: 'Recomeço'
Renata Capucci desabafa sobre diagnóstico de Parkinson: 'Recomeço'
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

A jornalista Renata Capucci, de 52 anos, compartilhou publicamente sua trajetória com o diagnóstico de Parkinson, uma condição neurológica que afeta a coordenação motora. Em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, ela detalhou os primeiros sinais da doença e como aprendeu a lidar com os desafios impostos pela condição. Diagnosticada aos 45 anos, Renata hoje usa sua visibilidade para conscientizar e encorajar outras pessoas que convivem com o mesmo problema.

Os sintomas iniciais surgiram de forma sutil e foram confundidos com questões pontuais. Renata notou que sua perna esquerda se movia com lentidão e chegou a parecer que mancava. Depois, passou a perceber movimentos involuntários no braço. Esse conjunto de sinais a levou a buscar ajuda médica. No momento do diagnóstico, a incredulidade foi imediata. "A médica disse: 'Renata, você tem Parkinson'. Eu respondi: 'Doutora, a senhora está doida!'", contou, destacando o impacto emocional da notícia e a desinformação que ainda cerca a doença.

Apesar do choque inicial, Renata decidiu não se deixar abater. Ela explica que prefere enfrentar o Parkinson com leveza e quer quebrar os estigmas que o acompanham. "Eu não ando por aí com uma plaquinha LED piscante dizendo 'tenho Parkinson'", disse. Para a jornalista, dar visibilidade à doença é essencial para diminuir o preconceito e promover mais empatia e informação. O objetivo dela é claro: contribuir para um olhar mais humano e menos estigmatizado sobre a condição.

Com o tempo, a repórter percebeu que sua postura inspirava outras pessoas na mesma situação. O que poderia ter sido apenas uma dor pessoal tornou-se uma missão de vida. "Se esse foi o preço que paguei, valeu a pena. Se eu puder ajudar uma pessoa a entender a doença, buscar tratamento e valorizar os exercícios físicos, então meu diagnóstico não é o fim — é um recomeço", afirmou emocionada. Sua fala reflete a força de quem transformou um desafio em propósito.

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