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O que vai acontecer com o passaporte de Eliza Samudio? Saiba o destino do documento

Depois que o passaporte de Eliza Samudio foi encontrado em Portugal mais de 10 anos após sua morte, saiba o que vai acontecer com o documento

6 jan 2026 - 15h51
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Um achado inesperado fora do Brasil reacendeu a atenção do público para um caso que marcou o país. Um passaporte antigo pertencente à modelo Eliza Samudio, assassinada em 2010, foi localizado dentro de uma residência em Portugal e acabou entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa na sexta-feira (2/1). A descoberta rapidamente se espalhou pelas redes sociais, levantando questionamentos sobre a origem do documento e quais providências seriam adotadas pelas autoridades brasileiras.

Mistério! Passaporte de Eliza Samudio é encontrado em Portugal / Reprodução
Mistério! Passaporte de Eliza Samudio é encontrado em Portugal / Reprodução
Foto: Mais Novela

Após o recebimento do material, o Ministério das Relações Exteriores definiu os próximos passos. O passaporte, que já estava vencido e oficialmente cancelado, será enviado para a sede do Itamaraty, em Brasília. Em nota, o órgão esclareceu: "Após sua chegada, o documento ficará à disposição da família, caso tenha interesse em receber o documento de viagem". A decisão segue protocolos adotados para documentos oficiais encontrados no exterior.

Destino oficial e detalhes do documento

Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, caso os familiares não façam a retirada, o passaporte será destruído. Isso ocorre porque esse tipo de documento pertence ao Estado brasileiro e possui alto valor no mercado ilegal, sendo comum a incineração. O passaporte registra apenas uma entrada de Eliza Samudio em Portugal, no ano de 2007, sem anotação formal de saída. Ele foi emitido em 9 de maio de 2006 e tinha validade até 8 de maio de 2011.

Fontes do Itamaraty afirmam que Eliza retornou ao Brasil em 2 de novembro de 2007 utilizando uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), sem o passaporte. A repercussão ganhou força após o relato do homem que encontrou o documento no fim de 2025, dentro de uma estante de livros em um imóvel alugado. Em depoimento ao portal LeoDias, ele contou: "Quando encontrei o documento e vi de quem era, por se tratar de uma pessoa que foi um caso que teve grande repercussão no Brasil e no mundo inteiro, fiquei em choque", descrevendo o impacto do achado inesperado.

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