Se você cresceu vendo discussões familiares, é possível que hoje você aja assim sem perceber. A Psicologia identifica cinco padrões emocionais comuns
Identificar e cuidar dessas características é entender o impacto do passado e impedir que elas permanecem ativas em contextos onde não são mais necessárias.
Neste final de ano, as reuniões familiares garantem momentos inesquecíveis e que reforçam os laços afetivos. No entanto, isso pode não ser realidade em muitos lares. A mesa de Natal se torna cenário de brigas e discussões e muita gente não pondera os impactos que esse cenário caótico causa em crianças.
Nem sempre é sobre o que é dito, mas é a forma como as emoções, os conflitos e o afeto são geridos. "Muitas pessoas não se lembram de grandes eventos traumáticos, mas recordam uma sensação constante de desconforto", explica a psicóloga Leticia Martín Enjuto em depoimento à revista CuerpoMente e repercutido pelo portal GIZMODO.
Crianças que presenciaram discussões familiares podem repetir este padrão sem nem perceber. Embora a subjetividade tenha papel essencial para tornar individual a forma com que cada pessoa lida, a Psicologia ajuda a identificar cinco padrões emocionais comuns.
Identificar e cuidar dessas características é entender o impacto do passado e impedir que elas permanecem ativas em contextos onde não são mais necessárias.
5 COMPORTAMENTOS COMUNS EM QUEM PRESENCIOU BRIGAS NA INFÂNCIA
Hipervigilância emocional constante: Quando adultos, essas pessoas, quase sem perceber, estão constantemente atentas ao humor dos outros. Eles detectam silêncios estranhos, mudanças de tom de voz e os gestos mais sutis. Trata-se de uma estratégia de sobrevivência. Pode parecer uma vantagem, mas isso pode se transformar em exaustão emocional, ansiedade e dificuldade para relaxar, mesmo quand...
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